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Preço da gasolina sobe nos postos após 12 semanas em queda; diesel também avança

Preço da gasolina sobe nos postos após 12 semanas em queda; diesel também avança

 

O etanol hidratado, seu concorrente nas bombas, também subiu na semana.

 

 

Os preços médios da gasolina tiveram leve avanço nesta semana nos postos do Brasil, interrompendo uma série de 12 semanas consecutivas de recuo, enquanto o diesel também subiu ligeiramente, mostraram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (9).

Os avanços ocorreram após a Petrobras anunciar alta de 4% no preço médio da gasolina e avanço de 3,75% no do diesel em suas refinarias, a partir de 1º de agosto.

Os repasses dos ajustes no preço dos combustíveis da Petrobras nas refinarias para ao consumidor final, nos postos, dependem de diversos fatores, como impostos, margens de distribuição e revenda e mistura de biocombustíveis.

A gasolina avançou 0,16% nesta semana, ante a semana anterior, para R$ 4,319 por litro.

Já o etanol hidratado, seu concorrente nas bombas, subiu 0,36%, na mesma comparação, para R$ 2,798 por litro.

O diesel teve uma alta de 0,09%, na mesma comparação, para R$ 3,524 por litro, após três semanas em queda.

Fonte: G1

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Produção de motos cai 4,8% em julho, diz Abraciclo

Produção de motos cai 4,8% em julho, diz Abraciclo

 

Foram produzidas o total de 91.713 motocicletas no período. Em relação a junho, houve aumento de 34,6% na fabricação.

 

 

A produção de motos em julho de 2019 foi de 91.713 unidades, informou a associação das fabricantes de motos, a Abraciclo, nesta sexta-feira. O volume representa uma queda de 4,8% em relação ao mesmo mês de 2018, quando 96.338 unidades saíram das linhas de montagens.

Na comparação com junho de 2019, porém, houve crescimento de 34,6% sobre as 68.121 unidades produzidas no mês passado. De janeiro a julho, foram produzidas 628.818 unidades, volume 6,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, que alcançou 591.753 unidades.

De acordo com a Abraciclo, o setor ainda está em recuperação e segue impulsionado pela renovação da frota.

“Isso impacta diretamente a cadeia produtiva. Hoje cerca de 70% das vendas de motocicletas são financiadas via CDC (Crédito Direto ao Consumidor) e pelo Consórcio”, afirmou Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, em comunicado.

Emplacamentos

O setor de motocicletas emplacou 90.048 motocicletas em julho, representando um aumento de 18,1% na comparação com o mesmo mês de 2018 (76.226 unidades) e de 12,5% em relação a junho (80.023 motocicletas).

Nos sete primeiros meses de 2019 foram emplacadas 620.082 motocicletas, volume 16,3% superior às 532.955 unidades licenciadas no mesmo período do ano passado.

Exportações em queda

No mês de julho foram exportatas 2.788 unidades para o exterior. No acumulado do ano, as exportações somaram 23.180 unidades, o que representa queda de 49,9% em relação ao mesmo período de 2018 (46.258 motocicletas).

Fonte: G1

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ANP aprova aumento de mistura de biodiesel no diesel para 11% a partir de setembro

ANP aprova aumento de mistura de biodiesel no diesel para 11% a partir de setembro

 

Percentual atual é de 10%. Atualmente, cerca de 80% do biodiesel no Brasil é produzido a partir do óleo de soja.

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) aprovou o aumento da mistura de biodiesel no diesel de 10% para 11% a partir de 1º de setembro, após novos testes garantirem segurança para um gradual aumento do teor do biocombustível no combustível fóssil.

Com a medida, a ANP também anunciou alterações no edital do 68º leilão de biodiesel, adiando sua realização para 12 de agosto, para que o certame possa contratar volume suficiente para atender ao chamado B11.

Atualmente, cerca de 80% do biodiesel no Brasil é produzido a partir do óleo de soja. Segundo a associação do setor de biocombustível, Ubrabio, o aumento da mistura eleva a demanda pela oleaginosa em cerca de 200 mil toneladas ao mês.

O aumento da mistura ocorre com atraso neste ano após testes pela indústria automotiva apontaram anteriormente algumas inconformidades com uma mistura maior, de 15%.

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou em outubro do ano passado um cronograma que previa entrada em vigor do B11 em junho deste ano, elevando-se a mistura gradativamente até o B15 em 2023.

“A ANP aprovou hoje despacho que fixa o percentual de adição de até 15%, em volume, de biodiesel ao óleo diesel vendido ao consumidor final, devendo o percentual mínimo obedecer ao cronograma previsto na Resolução CNPE nº 16, de 2018”, disse a autarquia.

Fonte: G1

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Motorista de aplicativo poderá se cadastrar como MEI

Motorista de aplicativo poderá se cadastrar como MEI

 

Os motoristas de aplicativos como Uber e Cabify poderão se registrar como microempreendedores individuais (MEI) e, assim, contribuir para o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Dessa forma, os motoristas passariam a ser classificados como trabalhadores formais.

A Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional, vinculado ao Ministério da Economia, foi publicada no Diário Oficial da União de quinta-feira (08).A publicação altera a Resolução do comitê publicada em maio de 2018, que inclui a ocupação Motorista de Aplicativo Independente.

A Resolução já está em vigor.

Como trabalhadores formais, o tempo de serviço é considerado para fins de aposentadoria, bem como acesso a benefícios. Há que se respeitar, porém, os tempos mínimos de contribuição para conseguir cada benefício. A aposentadoria por invalidez, por exemplo, requer o mínimo de 12 meses de contribuição; para o salário-maternidade são dez meses e para auxílio-doença 12 meses de contribuição.

Para se cadastrar como MEI, é preciso ter faturamento de até R$ 81 mil por ano, não ser sócio, administrador ou titular de outra empresa e ter no máximo um empregado.

Como MEI, o microempreendedor tem um CNPJ e pode abrir conta bancária, fazer empréstimos e emitir notas fiscais.

As informações são da Agência Brasil.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Aprenda a cuidar do seu veículo em qualquer clima ou estação

Aprenda a cuidar do seu veículo em qualquer clima ou estação

 

Sempre quando estamos planejando uma viagem, pensamos primeiramente em aonde ir, o que levar, onde comer, mas acabamos não pensando na conservação de nossos veículos, que é de grande importância. Já se perguntou onde ele vai ficar? Ou se o local é seguro para deixá-lo na rua? Ou, ainda, se as condições locais não podem comprometê-lo? São questões que parecem simples, mas que farão toda diferença para o seu automóvel.

No Brasil, com suas lindas praias e calor quase o ano inteiro, muitas pessoas optam pelas praias para viajar. No entanto, você sabia que a maresia, por exemplo, pode danificar de forma agressiva seu veículo?

É verdade! O resíduo de areia e sal pode romper a coifa do amortecedor, prejudicando o funcionamento da suspensão de seu automóvel.

Ao passar um período longo no litoral, é importante que seu veículo seja guardado de forma segura. Sabe-se que nem todos possuem uma casa de veraneio, mas essa não é uma desculpa para descuidar do seu veículo. Uma das alternativas mais procuradas atualmente é o Airbnb, que possibilita o aluguel de flats, kitnets, chalés, casas e apartamentos, através do contato direto entre o hóspede e o anfitrião.

Esta é uma excelente alternativa para quem preza pela sensação de aconchego e liberdade de uma casa, sem gastar muito. Se você tiver um desconto de hospedagem Airbnb, a experiência pode sair ainda mais barata.

Sem falar na tranquilidade de não precisar se preocupar com possíveis danos ao seu veículo – para isso, sempre se certifique que o local escolhido possui garagem disponível para uso e de preferência coberta.

Mas, caso isso não seja possível e seu veículo fique exposto à maresia em locais externos, o ideal é verificar antes do seu retorno se não há resquícios de água e areia na bateria, no filtro de ar e conectores elétricos, o que pode ocasionar problemas durante o caminho. Lembrando que após o término da viagem é indispensável que você leve seu carro para lavar, já que sal e areia são prejudiciais para a pintura do seu veículo, causando a corrosão na carroceria e demais peças.

Estacionamento

Além disso, é de suma importância também tomar cuidado com o local onde estaciona seu carro. Sabe aquele hábito de parar embaixo de árvores para se proteger do sol? Este é um grande risco, pois galhos podem cair e acabar danificando o veículo, podendo até mesmo causar danos de maior monta. Isso sem falar nos pássaros que costumam repousar sobre as árvores, cuja consequência você já conhece.

Frio

E quem vai para longe do litoral, pode ficar tranquilo? De forma alguma. O zelo pelo veículo deve ser o mesmo em qualquer viagem, afinal, este é um bem de valor (financeiro e até sentimental). Se você for viajar para locais onde ocorrem geadas, chuva de granizo ou muita ventania, coloque uma viagem fechada como prioridade na sua lista. Na dúvida, consulte a previsão do tempo, afinal, o clima de algumas regiões costuma variar bruscamente.

E por falar em frio, você sabia que a neve pode danificar sua pintura e o para-brisa? Sim, pode acontecer, bem como o congelamento da água, fluídos e o tubo de combustível também. Portanto, redobre os cuidados se não quiser ter dores de cabeça.

Quando não houver jeito, proteja o veículo com uma capa automotiva. Ela não evitará que a água e os fluidos congelem, mas certamente protegerá contra danos físicos indesejáveis.

Nunca é demais falar sobre a importância da revisão antes e depois da viagem, para realizar manutenções preventivas, solucionando problemas antes que eles se tornem maiores, causando prejuízos e colocando em risco a sua segurança.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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A importância do uso correto da iluminação em condições de neblina

A importância do uso correto da iluminação em condições de neblina

 

O farol auxiliar de neblina é o mais indicado para ajudar na visibilidade, caso o veículo não tenha essa opção, mantenha o farol baixo e reduza a velocidade.

 

Ao trafegar em rodovias com neblina, névoa ou nuvem de poeira, o motorista deve tomar alguns cuidados importantes e redobrar a atenção. A visibilidade da pista é fundamental para o motorista tomar decisões e dirigir com segurança. Em situações com neblina, ocorre perda drástica de visibilidade, o que torna necessária uma condução ainda mais cautelosa. Nestas condições, o motorista deve reduzir a velocidade, evitar ultrapassagens bruscas e usar apenas o farol auxiliar de neblina. Como não é um item obrigatório, caso o veículo não venha equipado com este acessório, mantenha aceso apenas o farol baixo.

Segundo Egídio Vertamatti, da ARTEB, uma das principais fabricantes mundiais de iluminação automotiva, o farol auxiliar de neblina é um item de segurança porque propicia a melhor visibilidade possível em situações de neblina, sobretudo porque fica localizado abaixo do farol principal, justamente para se desvencilhar da camada densa da neblina e, com isso, iluminar a pista e permitir que o motorista mantenha a condução da melhor forma possível. O farol baixo é a opção quando o veículo não possui o farol de neblina, mas jamais deve-se usar o farol alto porque ofuscará a visão do motorista e de quem trafega no sentido contrário.

“A forma como o farol de neblina é projetado e, principalmente, instalado impede que sua projeção luminosa seja obstruída pelas gotículas de água que compõem a neblina, por isso, oferece a melhor visibilidade possível nesta situação tão adversa”, revela.

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro é infração média, com multa de R$ 130,16, deixar de manter acesas pelo menos as luzes de posição sob chuva forte, neblina ou cerração.

O engenheiro da ARTEB também explica que ainda há muita confusão entre os faróis auxiliares de neblina e de longo alcance (ou milha), ambos são auxiliares, mas possuem funções distintas. “O farol de neblina, como o próprio nome diz, promove visibilidade quando ocorre esse fenômeno climático, já o de longo alcance é para que o condutor do veículo enxergue em profundidade, ou seja, a uma longa distância”, comenta.

Muitos veículos possuem ambas as funções de iluminação auxiliar – neblina e longo alcance, integradas ou não em seus respectivos faróis principais, baixo e alto. A tendência tecnológica indica que os sistemas dinâmicos de iluminação, nos quais um único conjunto óptico realiza diferentes projeções luminosas de acordo com as situações práticas, unificando o que hoje se divide em diferentes faróis e dispositivos luminosos.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Saiba por que caminhonetes e SUVs que trafegam em locais alagados precisam trocar o óleo do eixo diferencial

Saiba por que caminhonetes e SUVs que trafegam em locais alagados precisam trocar o óleo do eixo diferencial

 

Água contamina o óleo e pode comprometer o funcionamento do eixo diferencial.

 

O eixo diferencial, utilizado em alguns veículos leves, caminhonetes, SUVs e caminhões, que tem a função de distribuir uniformemente o torque aos semieixos que fazem mover as rodas traseiras, independentemente das suas velocidades, possui a coroa e o pinhão que são lubrificados com óleo específico de acordo com cada modelo.

Normalmente, o óleo deve ser trocado, em média, a cada 50.000 km ou conforme a indicação do manual do fabricante, mas quando o veículo trafega em região alagada com a água acima da metade da roda, o óleo sofre contaminação e pode afetar o funcionamento do conjunto. No entanto, o motorista pode não perceber o problema imediatamente e continuar rodando com o veículo. Segundo o técnico da Nakata Eduardo Guimarães, a água  que contamina o óleo  pode causar desgaste prematuro nos  dentes do pinhão e da coroa.

“Neste caso, o ideal é trocar o óleo do diferencial para evitar contaminação e possíveis problemas que isso pode acarretar na coroa e pinhão”, destaca.

O óleo do diferencial de caminhonetes  é um produto muito específico e há dois tipos, um para o componente convencional e outro para blocante, para saber o óleo correto consulte o manual do proprietário  do veículo.

Segundo Guimarães, se usar o óleo lubrificante de um diferencial convencional num blocante, em poucos dias, os discos de bloqueio apresentarão desgaste muito grande, com risco para todo o conjunto do diferencial.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Preço médio da gasolina nas bombas cai pela 10ª semana seguida, diz ANP

Preço médio da gasolina nas bombas cai pela 10ª semana seguida, diz ANP

 

Segundo levantamento, preços do diesel e do etanol também registraram queda.

 

 

O preço médio do litro da gasolina nas bombas recuou 0,9% nesta semana, segundo levantamento divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira (19). Foi a décima queda semanal consecutiva no valor do combustível.

Segundo o levantamento, o preço da gasolina recuou de R$ 4,378 para R$ 4,338.

Na semana, o valor do litro do diesel também teve queda, de 0,3%, passando de R$ 3,555 para R$ 3,544. Por fim, o preço do etanol caiu 0,5%, segundo o levantamento da agência. O valor do combustível recuou de R$ 2,779 para R$ 2,766.

O valor do litro dos combustíveis é uma média calculada pela ANP com base em dados coletados em diversas cidades. Os preços, portanto, podem variar de acordo com a região.

No acumulado do ano, o preço do litro da gasolina nas bombas recuou 0,1%, o do diesel acumula alta de 2,7%, enquanto o valor do etanol caiu 2,3%.

Preço nas refinarias

Nesta sexta-feira, a Petrobras reduziu em 2,14% o preço da gasolina e em 2,15% o do diesel nas refinarias. Com o anúncio, o preço médio do litro da gasolina passará de R$ 1,6817 para R$ 1,6457 e, o do diesel, passará de R$ 2,0649 para R$ 2,0205.

Fonte: G1
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Cartilha orienta pais sobre transporte correto de crianças em veículos

Cartilha orienta pais sobre transporte correto de crianças em veículos

 

O Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) lançam uma cartilha para ajudar pais e responsáveis a colocar crianças no carro de maneira correta, sem prejuízos à saúde.

Segundo a cartilha, crianças devem sempre que possível ser transportadas no banco traseiro dos veículos automotores e preferencialmente ocupar a posição central nesse banco. Caso o veículo não tenha cinto de três pontos na posição central do banco traseiro, o dispositivo de retenção infantil deverá ser instalado nas posições do banco de trás onde houver esse cinto. O airbag do passageiro deverá ser desativado quando o veículo transportar crianças no banco da frente.

“Esses equipamentos foram projetados para dar mais segurança aos usuários em casos de colisão ou de desaceleração repentina. Conforme mostram os números, eles têm sido fundamentais para salvar milhares de vidas ao longo destes anos”, diz o primeiro vice-presidente do CFM, Mauro Ribeiro.

A cartilha conta com orientações do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e da Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo Antônio Meira Júnior, diretor da Abramet e um dos idealizadores do livreto, os médicos são profissionais fundamentais para recomendar a forma apropriada de conduzir uma criança em um veículo.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Vendas de veículos seminovos caem 12,5% no 1º semestre

Vendas de veículos seminovos caem 12,5% no 1º semestre

 

Veículos com até 3 anos rodados foram os únicos entre os usados a ter queda no período.

As vendas de veículos seminovos, que têm até 3 anos de uso, fecharam o 1º semestre com queda de 12,5% em relação ao mesmo período de 2018, de acordo com a federação dos revendedores de usados, a Fenauto.

O volume total de vendas de veículos usados, excluindo motos, se manteve praticamente estável, com leve alta de 0,39%, também na comparação com o ano anterior. Ao todo, a venda de veículos usados, tirando o segmento de motos, somou 5,42 milhões de unidades.

Os seminovos foram a única “faixa etária” de usados a apresentar queda na comparação com o primeiro semestre de 2018. O segmento também teve o menor volume de negociações, com 1,20 milhão de vendas nos seis primeiros meses de 2019.

Segundo a Fenauto, os campeões de venda no 1º semestre foram os com 4 a 8 anos rodados (“usados jovens”), somando 2,74 milhões de unidades de janeiro a junho, volume 0,6% maior que o de 1 ano atrás.

O segundo maior montante foi o dos usados com 13 anos ou mais (“velhinhos”), com 1,55 milhão de unidades negociadas, 4% a mais.

Em terceiro ficaram os usados de 9 a 12 anos (“maduros”), com 1,34 milhão de unidades negociadas, uma alta de 11,3% nas vendas, a maior entre os usados.

Fonte: G1