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Fiscalização da Lei Seca do Detran.SP autua 113 motoristas em seis cidades no fim de semana

Fiscalização da Lei Seca do Detran.SP autua 113 motoristas em seis cidades no fim de semana

 

Fiscalização foi realizada entre a noite de sexta-feira (14/9) e a madrugada deste domingo (16/9); ao todo, 2.273 veículos foram fiscalizados

 

A fiscalização da Lei Seca, coordenada pelo Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP), autuou 113 pessoas em operações realizadas durante a noite de sexta-feira (14/9) e a madrugada de domingo (16/9), em seis cidades paulistas. Ao todo, foram fiscalizados 1.273 veículos durante blitze realizadas nos municípios de: Jaboticabal, Embu das Artes, São José dos Campos, Jales, Jundiaí e capital (zona sul).

Os condutores foram autuados por embriaguez ao volante ou recusa ao teste do etilômetro e terão de pagar multa no valor de R$ 2.934,70, além de responderem a processo administrativo no Detran.SP para a suspensão do direito de dirigir por 12 meses.

Oito dos condutores autuados, além das penalidades, também responderão na Justiça por crime de trânsito porque apresentaram índice a partir de 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido no teste do etilômetro. Se condenados, poderão cumprir de seis meses a três anos de prisão, conforme prevê a Lei Seca, também conhecida como “tolerância zero”.

Pela Lei Seca (lei 12.760/2012), todos os motoristas flagrados em fiscalizações têm direito a ampla defesa, até que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) seja efetivamente suspensa. Se o condutor voltar a cometer a mesma infração dentro de 12 meses, o valor da multa será dobrado.

Fonte: Detran.SP

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Produção de motos sobe em agosto, melhor mês desde outubro de 2015

Produção de motos sobe em agosto, melhor mês desde outubro de 2015

 

Saíram das fábricas 105,3 mil unidades, 31% a mais do que em 2017. Vendas também cresceram.

 

A produção de motocicletas chegou a 105.336 unidades em agosto no Brasil. Foi o melhor resultado mensal desde outubro de 2015, quando 104.388 motos saíram das linhas de montagem.

Segundo a associação das montadoras, a Abraciclo, a quantidade foi 31,4% maior que a de 1 ano atrás.

No acumulado de janeiro a agosto, a produção soma 696.297 motocicletas, uma alta de 21% sobre o mesmo período do ano passado.

Vendas

Foram emplacadas 88.906 motos em agosto, volume 16,5% maior do que no mesmo período de 2017, conforme adiantado pela federação dos concessionários, a Fenabrave.

No acumulado do ano, as vendas estão 8,4% maiores do que de janeiro a agosto de 2017, totalizando 621.861 unidades.

A média diária de vendas em agosto ficou em 3.865 unidades, comercializadas em 23 dias úteis, o que corresponde a uma elevação de 16,5% sobre o mesmo mês do ano passado, que também teve 23 dias úteis.

Consórcio e financiamento

O desempenho positivo do consórcio e a maior oferta de crédito puxaram o resultado de agosto, disse Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.

“Com o início da disputa eleitoral, a tendência é de que, a partir de agora, ficará um pouco mais difícil saber como a política irá interferir na economia. Todavia, pelo movimento em curso no mercado, está cada vez mais claro que o setor chegará aos crescimentos de produção e vendas anteriormente projetados”, afirmou.

A Abraciclo revisou recentemente para cima a projeção para a produção no ano, passando de 935 mil para 980 mil unidades, um crescimento de 11% sobre 2017. A previsão inicial era de alta de 5,9%.

As vendas, segundo as montadoras, devem chegar a 915 mil unidades, 7,5% a mais do que em 2017.

Exportações

Em agosto, 7.537 motos foram enviadas para outros países, uma alta de 4% sobre 1 ano antes. A Argentina foi o destino de 50% dessas motocicletas exportadas.

No acumulado do ano, as vendas para o exterior somam 53.796 unidades, volume 12% maior que o do mesmo período do ano passado.

Fonte: G1

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Denatran lança placa Mercosul no estado do Rio

Denatran lança placa Mercosul no estado do Rio

 

De acordo com o órgão, a troca de placas vai garantir mais segurança para a população

 

A partir desta terça-feira (11/09), os cidadãos fluminenses terão acesso ao novo modelo de placas implantado no Brasil, a placa padrão Mercosul. A nova peça segue as determinações das resoluções 729 e 733 do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Quem quiser trocar voluntariamente ou realizar operações que envolverem novas placas já receberão o modelo Mercosul. As operações são: emplacamento de carros zero quilômetro (1ª licença), transferências de propriedade, de jurisdição e de município, além de alteração de categoria e troca de placas danificadas.

Segundo o ministro das Cidades, Alexandre Baldy, a medida tem o principal objetivo de contribuir com a segurança pública.

“Esperamos que essa nova tecnologia da placa possa encerrar, definitivamente, as fraudes e clonagens de veículos. Será um grande avanço para as polícias, que terão meios mais eficientes para o rastreamento. E conseguimos, aqui no Rio de Janeiro, implementar isso tudo e oferecer a nova placa pelo mesmo preço da atual”, destacou.

O novo modelo terá código único e conterá todos os dados de confecção da placa, como a identificação do fornecedor e o número de série, data e ano da fabricação da peça. Inclui ainda o modelo do carro. O valor de fabricação da placa é o mesmo da antiga.

Outra necessidade para a implantação do novo modelo da placa é a proximidade do fim da combinação alfanumérica. Se a placa mantivesse a atual combinação (três letras e quatro números), nos próximos dois anos, não existiram mais novas sequências para contemplar toda a frota do país.

Todos os Detrans do país estão em processo de homologação para introdução do novo modelo de placa desde 1º de agosto de 2018. À medida que forem homologando e integrando-se ao novo sistema, poderão operar.

O diretor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Maurício Alves, lembrou que a implementação da nova placa já era pauta há anos. “Desde 2011 o Brasil assumiu esse compromisso da mudança. Foi necessária a união de todo o Sistema Nacional de Trânsito (SNT) para que isso fosse possível. Fizemos um grande empenho para que não custasse mais caro aos cidadãos”, explicou.

Novo modelo

Além do QR Code, que informa os dados de fabricação da placa, outro item de segurança aplicado à nova peça é a marca d´água, que evita a falsificação e praticamente impossibilita a clonagem. Os novos itens inseridos na placa auxiliarão o trabalho das polícias nas fiscalizações e fraudes.

O modelo da placa Mercosul é bem diferente, onde cada item possui uma característica e representação.  A primeira mudança que se pode notar é a visual. Ao contrário da placa hoje existente na cor cinza, as novas peças terão fundo branco com uma faixa azul na parte superior. O novo modelo possui quatro letras e três números.

Do lado esquerdo, na parte superior, está impresso o logotipo do Mercosul e logo abaixo, o QR Code. A placa ainda possui o distintivo BR e, no lado direito, a bandeira do país, seguida pela bandeira do estado e pelo brasão da cidade.

A categoria dos veículos será indicada pela cor da combinação alfanumérica: particular (preta), comercial/aprendizagem (vermelha), oficial (azul), especial (verde), diplomático (amarela) e colecionador (prateada). O tamanho continua o mesmo com 40 cm de largura e 13 de altura.

A tarjeta da antiga placa passa a ser representada pelo brasão do município e não mais pelo nome da cidade escrito.

O Brasil é o terceiro país do Mercosul a adotar a placa. Uruguai (2015) e Argentina (2016) foram os dois primeiros. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) determinou que todos os estados devem implantar o novo modelo até o dia 1º de dezembro deste ano.

O que muda com o novo modelo de Placas Mercosul?

1- O sistema de cores diferentes para as diversas categorias continua?

Foto: Divulgação Detran/RJ.

Sim. Cada categoria tem uma cor específica. Mas agora a cor do fundo das placas será sempre branca, o que muda é a cor das letras e números. Para veículos de passeio, cor preta; para veículos comerciais, vermelha; carros oficiais, azul; verdes para veículos especiais; amarelo para diplomático e prata para colecionador.

2- Como é a sequência de caracteres alfanuméricos?

As novas placas possuem quatro letras e três números.

3- Como é a referência ao Estado e cidade?

O nome do país estará na parte superior da placa, sobre uma tarja azul. Haverá também a bandeira do estado e o brasão do município, que  estarão à direita da placa, abaixo da bandeira do Brasil.

4- O tamanho da placa muda?

Não. A placa terá as mesmas medidas das já utilizadas no Brasil: 40 cm de comprimento por 13 cm de largura.

5- Quais as características de segurança da placa Mercosul?

Ondas sinusoidais

Gravadas a laser e de fácil identificação à longa distância.

Marcar d’água

Efeitos ópticos visuais gravados na película refletiva com as logos da Mercosul.

Inscrições de Segurança

Alteram de cor conforme o ângulo de visão

QR-Code

É o número de série criptografado, que confere identidade única à cada placa. Fornece as informações necessárias para o controle de rastreamento de todas as fases do processo de produção, desde a fabricação até a instalação da placa no veículo. Controlada pelo Denatran.

6 – Quem deve trocar a placa

De acordo com a regulamentação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), todos os estados no Brasil deverão implantar o novo modelo até 1º de dezembro de 2018. A troca vai começar pelos veículos zero quilômetro a serem registrados (1ª licença), por aqueles em processo de transferência de jurisdição, de município ou propriedade ou ainda para aqueles que desejarem a mudança voluntariamente, placa danificada e troca de categoria do veículo.

As informações são da Assessoria de Comunicação do Detran/RJ e do Ministério das Cidades

Fonte: Portal do Trânsito

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Colisão traseira é o tipo de acidente que mais ocorre nas rodovias federais. Saiba como evitar!

Colisão traseira é o tipo de acidente que mais ocorre nas rodovias federais. Saiba como evitar!

 

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o tipo de acidente que mais ocorreu em 2017, no Brasil, foi o de colisão traseira, correspondendo a 18% dos acidentes, seguido de saída de pista, com 17,5%. De acordo com o órgão foram registradas ao todo 16.114 colisões traseiras nas rodovias brasileiras.

Conforme o Código de Trânsito Brasileiro é responsabilidade do condutor do veículo de trás, evitar a colisão com o veículo da frente.  “Para isso, o condutor deve trafegar em velocidade compatível, avaliar todos os fatores adversos, manter distância segura do veículo da frente e estar preparado para efetuar paradas bruscas”, explica Eliane Pietsak, pedagoga e especialista em trânsito.

Ainda de acordo com a especialista, é muito importante que o condutor esteja consciente e atento a tudo que acontece ao seu redor, bem como fazer-se notar pelos demais elementos do trânsito.

Distância de segurança

Um dos principais cuidados para evitar colisões traseiras, se não o maior, é manter uma distância segura do veículo da frente. A distância de segurança é o espaço que o condutor deve manter entre o seu veículo e o veículo da frente. Esse espaço deve ser suficiente para a realização de manobras em caso de necessidade. “A distância segura depende principalmente da velocidade, das condições da pista, das condições climáticas e do veículo”, diz Pietsak.

Como calcular essa distância

A regra dos dois segundos (marcar um ponto fixo pelo qual o veículo da frente passou a contar dois segundos até passar pelo mesmo ponto), outros métodos teóricos e até algumas regras práticas, foram desenvolvidos para tentar padronizar a maneira de calcular qual é a distância segura. “Tais métodos têm o inconveniente de não ser completamente eficientes, uma vez que é impossível levar em conta todas as outras variáveis para uma determinada situação”, afirma a especialista.

Para ela, o bom senso ainda é o melhor método para calcular a distância segura. “Instintivamente todos nós sabemos quando estamos muito próximos do veículo da frente, levando em conta a combinação dos fatores para aquela determinada situação. Dirigir perto demais do veículo da frente, portanto, é uma decisão do condutor, que, provavelmente está excessivamente confiante da sua habilidade ao volante e se arrisca, desafiando o perigo e apostando que nada irá lhe acontecer”, conclui.

Fonte: Portal do Trânsito

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Entenda como funcionará a versão digital de documento veicular

Entenda como funcionará a versão digital de documento veicular

 

O Distrito Federal será o primeiro a implantar a versão digital do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV)

 

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) lançou na última semana a versão digital do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLVe), documento obrigatório de porte de veículos. O Distrito Federal será o primeiro a implantar a versão digital do documento. A medida é uma evolução do APP CNH Digital, que agora passa a trazer também o CRLV eletrônico em um mesmo aplicativo. A Carteira Digital de Trânsito proporciona maior praticidade e segurança ao motorista, reunindo todos os documentos de porte obrigatório no trânsito.

O Detran do Distrito Federal passou a oferecer o sistema aos motoristas da capital federal desde segunda-feira (27). De acordo com determinação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), os demais Detrans do País têm até o final de dezembro deste ano para aderir à tecnologia e oferecer a comodidade aos motoristas brasileiros.

Passo a passo para a versão digital

Para o usuário que já possui a CNH Digital:

  • Deverá atualizar o aplicativo para a versão da Carteira Digital de Trânsito, caso a opção de atualização automática não esteja acionada no dispositivo.

  • Em seguida, adicionar o CRLV Digital, informando o número do Renavam e o código de segurança impresso no Certificado de Registro de Veículo – CRV (antigo DUT).

Para o usuário que não possui a CNH Digital: 

  • Baixar o aplicativo Carteira Digital de Trânsito na App Store ou Google Play.

  • Efetuar o cadastro de usuário no próprio aplicativo.

  • Adicionar o CRLV, informando o número do Renavam e o código de segurança impresso no Certificado de Registro de Veículo – CRV (antigo DUT).

Exclusividade do proprietário do veículo 

O CRLVe estará vinculado ao celular informado no cadastro de usuário e, para ser adicionado, exige a confirmação de dados que só o proprietário do veículo possui, sendo possível a exportação do documento em arquivo pdf com QR Code. 

Assim como a CNH Digital, existe a funcionalidade de exportação do CRLV Digital em formato pdf, com assinatura digital. Esse documento em pdf possui todos os requisitos de segurança de validade da original, servindo como uma cópia autenticada em cartório.

As informações são do Ministério das Cidades

Fonte: Portal do Trânsito

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Produção de veículos sobe 11,7% em agosto e tem melhor mês desde outubro de 2014

Produção de veículos sobe 11,7% em agosto e tem melhor mês desde outubro de 2014

 

Montadoras produziram 291.425 automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões no mês. Acumulado tem alta de 12,8%, com 1.971.752 unidades.

 

A produção de veículos chegou a 291.425 unidades em agosto, informou a associação das montadoras, a Anfavea, nesta quinta-feira (6). O desempenho foi o melhor para um mês desde outubro de 2014, quando 293.328 unidades foram produzidas.

Com o volume obtido em agosto de 2018 na produção de automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, o setor teve alta de 11,7%, em relação ao mesmo mês do ano passado, que chegou a 260.815 unidades feitas.

“Há uma preocupação com uma eventual nova greve. Por isso, as empresas aproveitaram para produzir em agosto”, explica Antonio Megale, presidente da Anfavea.

Na comparação de agosto com junho, quando 245.821 unidades foram produzidas, a alta foi de 18,6%.

“Vamos ver esse número cair em setembro. Pois só há 19 dias úteis, contra 23 em agosto”, explica Antonio Megale, da Anfavea.

Acumulado em alta

De janeiro a agosto, a indústria automotiva fabricou 1.971.752 unidades, chegando ao crescimento de 12,8% contra o mesmo período de 2017, que havia produzido 1.748.145 unidades nos 8 primeiros meses do ano.

Fonte: G1

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Com crise na Argentina, montadoras devem prever queda nas exportações

Com crise na Argentina, montadoras devem prever queda nas exportações

 

Anfavea projetava estabilidade em relação a 2017, que foi recorde, mas fará revisão em outubro. País vizinho é o destino de mais de 70% das vendas de veículos do Brasil ao exterior.

 

O agravamento da crise na Argentina deverá fazer com que as montadoras brasileiras revejam a expectativa de repetir o resultado histórico das exportações de carros do ano passado.

A associação das fabricantes (Anfavea) afirmou que vai rever para baixo a previsão para este ano, que era de estabilidade sobre 2017, quando houve recorde. A nova projeção será divulgada em outubro.

A Argentina é o destino de mais de 70% dos veículos exportados pelo Brasil. Entre janeiro e agosto últimos, 344 mil carros foram enviados ao país vizinho. O volume é cerca de 4% menor do que o do mesmo período do ano passado.

Segundo o presidente da Anfavea, Antonio Megale, a expectativa era de que o mercado argentino alcançasse de 900 mil a 1 milhão de veículos emplacados neste ano. Mas agora as expectativas são de 700 mil a 800 mil.

Da Argentina ao Brasil

Na última segunda (3), o presidente argentino Mauricio Macri anunciou mais medidas para tentar conter a crise. Entre elas, estão novos impostos para exportações.

“Estamos bastante preocupados com as medidas que estão sendo tomadas”, disse Megale. “A taxação das exportações dos produtos argentinos é uma medida extrema.”

Além de vender veículos para o país vizinho, o Brasil também importa modelos fabricados lá. “Com essa taxação para as exportações da Argentina, os preços podem subir aqui no Brasil”, disse o executivo.

Macri também negociou um adiantamento de recursos com o Fundo Monetário Internacional (FMI), para garantir o financiamento do país, em meio a temores de uma potencial interrupção dos pagamentos da dívida.

“Se o FMI liberar recursos de forma antecipada, a situação pode se acalmar”, concluiu Megale.

Além da Argentina, as vendas do Brasil para o México caíram neste ano.

“O México teve uma queda, proporcionalmente, ainda maior. Passou de 61,5 mil (veículos vendidos) entre janeiro e agosto do ano passado pra 31 mil no mesmo período desse ano”, disse Megale.

Mais revisões

Fora a projeção de menos exportações, a Anfavea também vai rever a expectativa para a produção, pela segunda vez. Esses números já tinham sido revistos, para baixo, em julho.

Já a previsão de vendas no mercado brasileiro deverá ser mais otimista. A atual é de 11,7% de crescimento.

“Vai de cada empresa tomar medidas para ajustar a produção. Acredito que sim, uma ou duas fabricantes podem tomar medidas nesse sentido”, disse Megale sobre a possibilidade de suspensões de contrato (layoff) ou férias coletivas em montadoras.

Fonte: G1

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Detran.SP leiloa 294 veículos em Pederneiras e Barra Bonita

Detran.SP leiloa 294 veículos em Pederneiras e Barra Bonita

 

Apenas online, evento vai leiloar carros e motos com direito a documentação e também para desmanche e reciclagem

 

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) leiloa, na próxima quinta-feira (13), 294 veículos removidos por infrações de trânsito em Pederneiras e Barra Bonita. Desses, 21 têm direito a documentação e podem voltar a circular. O restante será destinado a reciclagem e desmanches credenciados.

Os lances já estão abertos no site do leiloeiro responsável (www.sumareleiloes.com.br) e podem ser feitos até as 10h de quinta.

Pessoas físicas, a partir dos 18 anos, só podem adquirir os veículos com direito a documentação. O pagamento deve ser feito à vista. Após o arremate, os débitos são baixados e é necessário que o comprador efetue a transferência do veículo para o seu nome, emitindo um novo documento para o veículo.

Cabe salientar, contudo, que se o valor da venda não for suficiente para cobrir as dívidas, o antigo proprietário continuará responsável por quitá-las.

As fotos dos veículos estão disponíveis no site do leiloeiro. O número de lotes a serem leiloados está sujeito a alterações, pois os proprietários podem regularizar a situação de seus veículos e retirá-los do pátio antes da realização do evento.

Visita ao pátio – Os interessados no leilão podem fazer inspeção visual dos veículos nos pátios nos dias 12, das 8h às 16h30, e 13, das 8h às 10h. O pátio em Pederneiras fica na rua Antonio Francheschi, 546, no distrito industrial 7. Já o de Barra Bonita está localizado na avenida Narciza Chesini Ometto, 375, Jardim Dracenas.

Regras – Os leilões são realizados conforme determina a legislação federal. Os veículos removidos por infração às leis de trânsito, como, por exemplo, falta de licenciamento, podem ir a leilão caso não sejam retirados por seus proprietários em até 60 dias, exceto os que têm pendência judicial, de acordo com a lei federal 13.160, de 2015.

Antes de ir a leilão, porém, o dono do veículo é notificado e tem prazo para reaver o bem. A notificação é feita por meio de edital publicado no Diário Oficial do Estado e no portal do Detran.SP (www.detran.sp.gov.br). Passado o prazo legal e não havendo manifestação do responsável, o veículo é relacionado para leilão.

O Detran.SP é responsável apenas por veículos removidos pela Polícia Militar, em perímetro urbano, por infrações que competem ao Estado fiscalizar, como racha, manobra perigosa, falta de licenciamento, veículo sem placa ou com a placa ilegível.

Veículos removidos por estacionamento irregular, por exemplo, são de responsabilidade das prefeituras. Aqueles removidos em estradas são de responsabilidade dos órgãos que atuam em rodovias, como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Veículos removidos por envolvimento em crimes são de responsabilidade da Secretaria da Segurança Pública (SSP) e aqueles com pendências judiciais competem ao Poder Judiciário.

Fonte: Detran.SP

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Preço médio do diesel e da gasolina nas bombas terminam a semana em alta, diz ANP

Preço médio do diesel e da gasolina nas bombas terminam a semana em alta, diz ANP

 

Na semana, Petrobras aumentou gasolina para valor recorde nas refinarias e reajustou o diesel em 13%; valor do etanol para o consumidor também subiu, depois de 11 semanas seguidas de queda.

 

Os preços da gasolina e do diesel para o consumidor final subiram nesta semana, e o do etanol voltou a avançar depois de 11 semanas seguidas de queda. É o que apontam dados divulgados nesta sexta-feira (31) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP).

Segundo a ANP, o preço médio da gasolina nas bombas terminou a semana em R$ 4,446, o que representa um aumento de 0,38% na comparação com os sete dias anteriores. Foi a primeira alta depois de 5 quedas seguidas.

O valor representa uma média calculada pela ANP e, portanto, pode variar de acordo com a região.

No ano, o preço médio da gasolina já acumula alta de 8,5% – bem acima da inflação de 4,17% esperada para 2018.

Na mesma semana, a Petrobras aumentou o preço da gasolina das refinarias em R$ 0,12, o que equivale a mais de 5%, aproximadamente. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos.

O preço da gasolina nas refinarias bateu a marca de R$ 2,1704 por litro, um novo recorde. O aumento segue a política de preços da Petrobras, que reajusta os valores nas refinarias quase diariamente com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. A variação é influenciada pela variação cambial e pelos preços do petróleo.

Diesel

O diesel terminou a semana em alta de 0,05%, vendido a R$ 3,373 por litro, em média. Da mesma forma que a gasolina, o valor representa uma média calculada pela ANP, e pode variar de acordo com a região pesquisada. No ano, o preço do diesel acumula alta de 1,4%.

Nesta semana, terminou o prazo de congelamento do preço do diesel nas refinarias acertado pela Petrobras em acordo para terminar a greve dos caminhoneiros em maio. Com isso, o valor do combustível nas refinarias sofreu uma alta de 13% nesta sexta, para R$ 2,2964 por litro.

Os novos preços entram em vigor já nesta sexta-feira 31/08 e devem acabar impactando no valor pago pelos consumidores nas bombas. O repasse do reajuste para o preço final, entretanto, vai depender dos postos.

O preço do diesel foi alvo de protestos que culminaram na greve de 21 dias feita pelos caminhoneiros em maio. Desde a véspera dos protestos, o valor médio do diesel calculado pela ANP caiu 6%, ou cerca de R$ 0,22. O valor previsto pelo acordo entre o governo e os caminhoneiros para encerrar a paralisação foi de recuo de R$ 0,46.

Alta do etanol

O preço médio do etanol nas bombas medido pela ANP subiu depois de 11 semanas em queda. O valor passou para R$ 2,626, o que representa uma alta de 0,2% sobre a semana anterior.

Da mesma forma que ocorre com a gasolina e o diesel, o valor representa uma média calculada pela ANP e pode variar de acordo com o lugar pesquisado.

Apesar da alta desta semana, no ano o valor do etanol nas bombas acumula queda de 9,8%.

A ANP também monitora os preços do gás de cozinha, que nesta semana subiram 0,3%, para R$ 68,39 em média. No ano, o valor acumula alta de 1,45%.

Fonte: G1

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Venda de veículos novos sobe 14,8% em agosto, diz Fenabrave

Venda de veículos novos sobe 14,8% em agosto, diz Fenabrave

 

Foram emplacadas 248.638 unidades, contra 216.520 no mesmo mês do ano passado.

 

A venda de veículos novos subiu 14,8% em agosto, sobre o mesmo período de 2017. Os dados são da Fenabrave, a associação das concessionárias. No mês, foram emplacadas 248.638 unidades, contra 216.520 no mesmo mês do ano passado.

O número também é 14,3% superior aos 208.531 veículos vendidos em julho.

No acumulado do ano, foram vendidos 1.632.761 veículos, contra 1.420.528 dos oito primeiros meses de 2017. Isso significa uma alta de 14,9%.

Dividindo os números por segmentos, os automóveis representam a maior fatia, com 203.926 unidades. Os comerciais leves ficam com os 35.319 restantes.

Motos, caminhões e ônibus

Em outros segmentos, também houve alta nas vendas.

Entre as motos, os emplacamentos aumentaram 16,5% em agosto, com 88.936 unidades, contra 76.364 no mesmo mês de 2017.

A alta na venda de caminhões foi ainda maior, de 54,3% em agosto, ante o mesmo período do ano passado. Foram 7.439 exemplares, contra 4.821.

Nos ônibus, o crescimento foi mais discreto. Com 1.954 unidades, a alta foi de 6% diante dos 1.844 ônibus emplacados em agosto do ano passado.

Entre as marcas

Em agosto, a Fiat superou a Volkswagen por 140 veículos, e foi a vice-líder do mercado brasileiro, com 34.426 unidades. A fabricante italiana ficou atrás apenas da Chevrolet, que comercializou 41.593 automóveis e comerciais leves.

Outra disputa acirrada em agosto foi no pelotão intermediário. Ford (4ª colocada), Renault (5ª) e Hyundai (6ª), ficaram separadas por menos de 300 unidades.

A marca americana emplacou 20.991 veículos, seguida pelos franceses, com 20.940 e pelos coreanos, com 20.700.

No acumulado do ano, a liderança é da Chevrolet, com 17% de participação do mercado. Depois, aparece a Volkswagen, com 14,7%, seguida por Fiat (13,3%), Ford (9,4%), Hyundai (8,6%), Renault (8,5%), Toyota (8%), Honda (5,5%), Jeep (4,4%) e Nissan (4,1%).

Fonte: G1