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Os cuidados essenciais para o carro em dia de geada

Os cuidados essenciais para o carro em dia de geada

 

Saiba como proteger o veículo com as quedas na temperatura

 

Um dos principais desafios na manutenção de um automóvel é a exposição ao tempo, que geralmente causa impacto direto na hora de revenda, e também no dia a dia. Com a queda nas temperaturas, a ação demasiada da chuva, frio e do granizo pode ser altamente prejudicial ao desempenho do veículo, com um alto custo para o bolso do proprietário.

A situação pode ficar ainda mais difícil para quem não conta com uma vaga coberta e precisa deixar o carro no relento em cidades do Sul onde as geadas no período de outono e inverno são comuns como é, por exemplo, o caso de Curitiba.

Além de prejudicar a partida, o frio pode ocasionar danos nos acessórios e propriedades internas do veículo. Para passar as estações mais frias do ano sem grandes problemas e dirigir com segurança, vale seguir algumas dicas fundamentais que vão fazer toda a diferença para o seu carro, como mostraremos a seguir.

Na vaga

Ao deixar o carro estacionado em uma vaga a céu aberto no frio, os cuidados devem ser redobrados. Na busca do veículo ideal, um dos acessórios fundamentais a serem utilizados é a manta protetora, essencial para proteger a pintura do automóvel neste período.

A escolha da capa requer um cuidado especial para não gastar dinheiro à toa e acabar com a lataria manchada. Além do tecido com polietileno e forração total, é indicado a utilização de uma cera de auto duração. Uma nova aplicação deve ser realizada toda vez que o carro perder o brilho natural. Para observar se houve um resultado positivo, veja a água acumula na lataria. Caso a gota escorra com facilidade, é sinal de que a aplicação foi bem-feita.

Antes de dar a partida após uma noite fria reserve um tempo para fazer a secagem e evitar danos na lataria. Os cristais de gelo prejudiciais a pintura e o verniz têm sua ação potencializada pelo sol. Os raios passam como lentes, que superaquecem a superfície do carro e retiram o verniz.

Para evitar a formação de gelo, aplique água e vinagre no para-brisa do carro na noite anterior a geada. Graças ao ponto de congelamento mais baixo do que o gelo, isso impede a formação dos cristais. No caso de cobertura de cristais de gelo, jamais jogue água quente. O recomendado é deixar o gelo derreter em um local com sombra ou passar um pano em todo o veículo com água mistura com álcool.

No caso de carros que passam a noite em uma vaga coberta, a manta é desnecessária. Certifique-se de que fechou bem todas as portas e a janelas do veículo e se possível coloque um pedaço de plástico entre o para-brisa e o vidro para evitar que ambos grudem. Ao estacionar, desengate o freio de mão para evitar que as pastilhas colem no disco, assim é possível garantir o movimento do carro.

Na direção

Antes de colocar o carro na rua nos dias frios é importante ter em mente que é preciso dirigir mais devagar. O principal objetivo de colocar o “pé no freio” neste período é esquentar o carro ao longo do trajeto.  Ao adquirir veículos como um Celta, por exemplo, a injeção eletrônica realiza esse trabalho durante o deslocamento, poupando tempo e combustível. Caso contrário, é necessário ficar com o pé no acelerador até o carro atingir a temperatura ideal necessária para a partida.

Ao dirigir neste período não se esqueça de acionar as luzes de neblina, que ficam apagadas durante o período do verão e da primavera para não afetar a visibilidade geral dos motoristas ao redor. O uso deste artificio é importante para facilitar a direção no período da manhã e principalmente a noite, que custa ser mais longa e de difícil direção.

Outra dica importante é manter uma distância segura dos outros veículos na rua ou estrada, aumentar a velocidade aos poucos, além de planejar a parada com antecedência diminuindo a velocidade ao invés de frear bruscamente.

Na manutenção

Algumas oficinas oferecem pacotes de revisão de inverno, que embora sejam fundamentais, devem ser realizadas ao longo de todo o ano. Uma sugestão que pode ajudar a economizar neste período é investir no automóvel, que por ser um dos carros mais em conta da categoria possui uma manutenção das mais econômicas.

Para não ser pego de surpresa, o segredo é seguir à risca o checklist da manutenção, dando prioridade aos itens que mais são afetados durante o inverno, sendo eles: bateria, pneus, limpador de para-brisa, tanquinho, ar-condicionado e radiador. Nos dias mais frios, o motor exige mais da bateria para funcionar, o que acelera o desgaste. É importante verificar a carga da bateria do veículo e se o alternador está funcionado corretamente para recarregá-la.

Referente aos pneus, é preciso estar atento a calibragem. Com o ajuste bem feito, o carro ganha força aumentando a segurança e diminuindo o uso do combustível. As palhetas do limpador de para-brisa devem ser constantemente trocadas para que eliminem a água acumulada e permitam a visibilidade do motorista. Os carros movidos a tanquinho de partida a frio necessitam de cuidado especial em baixas temperaturas.

Nos automóveis flex, o segredo é manter o reservatório com gasolina e um nível abaixo de etanol e da gasolina comum. Alie um bom combustível com a limpeza do tanquinho e a bomba elétrica em dia, com o eixo quebrado.

O uso do ar condicionado, nos dias frios, por mais difícil que seja são necessários pelo menos 15 minutos por semana. Isso evita a proliferação de bactérias, a lubrificação do sistema e a possível aparição de rachaduras nas borrachas. Por fim, utilize a medida certa do liquido no radiador, com 50% de água desmineralizada e 50% de etinelo glicol,para manter a temperatura correta da água no deslocamento do carro.

Estes são apenas alguns passos que quando seguidos prolongam o bom desempenho do veículo, mesmo nas temperaturas mais frias. No caso de viagens a lugares frios ou com neve o recomendado é procurar por um veículo apropriado para baixas temperaturas, que contam com acessórios especiais de proteção.

Ah e não se esqueça de compartilhar o artigo em suas redes sociais para quem mais pessoas possam se prevenir!

As informações são de Agência Especializada

Fonte: Portal do Trânsito

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Estudo diz que atropelamento por veículo tipo SUV tem duas vezes mais chance de ser fatal

Estudo diz que atropelamento por veículo tipo SUV tem duas vezes mais chance de ser fatal

 

Uma pesquisa da Detroit Free Press / USA TODAY NETWORK concluiu que o aumento de venda de veículos tipos SUV é uma das principais causas das crescentes mortes de pedestres nos Estados Unidos. As mortes por atropelamentos cresceram 46% desde 2009.

A pesquisa descobriu ainda que reguladores de segurança federais norte-americanos sabem há anos que os utilitários esportivos, com seu perfil mais alto, têm pelo menos duas vezes mais chances de matar pedestres em caso de atropelamento, mas pouco fizeram para reduzir as mortes ou divulgar o perigo.

Segundo o estudo, medidas de segurança veicular, que o governo federal diz que poderiam salvar vidas de pedestres a cada ano, estão disponíveis, mas não são amplamente empregadas por algumas montadoras.

Além das montadoras, o estudo destaca que as cidades podem tomar medidas que poupam os pedestres, como foi o caso de Nova York. A metrópole diminuiu as mortes quase pela metade em apenas quatro anos. Através de uma combinação de fiscalização direcionada ao comportamento do motorista, redução dos limites de velocidade e treinamento para taxistas, a cidade viu suas mortes de pedestres no ano passado caírem para seu menor número, 101, desde que a cidade começou a calcular a estatística em 1910. As SUVs respondem por 60% das vendas de veículos novos nos Estados Unidos.

Distração também pode ser fatal

Pode parecer óbvio que um veículo maior pode causar mais danos em um acidente,  mas alguns pesquisadores evitam atribuir a culpa pelo aumento das mortes de pedestres às SUVs,  porque, segundo eles, vários fatores estão em jogo em cada acidente. Pedestres embriagados e distraídos por estarem enviando mensagens de texto ou conversando em telefones celulares, podem contribuir com esse aumento dos números, embora faltem dados para quantificar esse fato.

De acordo com o relatório da entidade americana, alguns desses outros fatores também registraram aumentos nos últimos anos, mas o componente SUV se destaca. “Um fator-chave consistentemente apoiado por dados é o crescente envolvimento de veículos utilitários esportivos de alto perfil”, destaca o estudo.

A análise da Free Press / USA Today dos dados federais norte-americanos, contando os veículos que atingiram e mataram pedestres, mostrou um aumento de 69% no envolvimento com SUV.  Em 2015 a Administração Nacional de Segurança no Trânsito na Autoestrada já tinha alertado que os SUVs eram mais mortíferos para pedestres do que carros. Esse relatório, citando 12 estudos independentes sobre dados de lesões, disse que os pedestres estão duas a três vezes mais propensos a morrer quando atingidos por um SUV do que quando atingidos por um carro de passageiros. O relatório também observou que SUVs e caminhões estavam envolvidos em um terço das lesões de pedestres, mas 40% das mortes, indicando que as lesões “podem ser mais severas quando sofridas em colisões com esses veículos”.

Padrões europeus 

Na Europa as montadoras sofrem maior pressão. Lá, a segurança de pedestres é um componente-chave de classificação. A agência de classificação Euro NCAP inclui informações detalhadas em seu site sobre vários veículos.

“O Euro NCAP encorajou os fabricantes de veículos a considerar os impactos dos pedestres no design do veículo e isso pode ser visto no espaço disponível sob o capô do veículo, áreas de amortecimento e estruturas na base do pára-brisa e no bordo de ataque do capô. O espaço entre o capô e o motor permite que o capô absorva o impacto da cabeça do pedestre antes de entrar em contato com as estruturas do motor muito rígidas. Um princípio semelhante também é aplicado ao para-choque / extremidade dianteira para proteger a articulação do joelho vulnerável de um pedestre”, destaca a agência em seu site.

A Euro NCAP disse que os últimos testes de impacto levaram em conta medidas inovadoras, como o capô desdobrável, que pode levantar levemente, e airbags externos, ambos projetados para amortecer o impacto com pedestres.

SUV

É um veículo espaçoso e que tem altura elevada, o que permite uma visão completa do trânsito. A sigla vem do inglês Sport Utility Vehicle ou, em tradução livre, veículo utilitário esporte. De acordo com o Inmetro no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), para que um automóvel seja classificado na categoria de SUV, ele precisa se encaixar em, pelo menos, quatro de cinco parâmetros:

– altura sob os eixos de, no mínimo, 16 cm;

– ângulo de saída de 20º pelo menos;

– ângulo de, no mínimo, entrada de 25º;

– altura da carroceria em relação ao solo de 18 cm;

– ângulo de transposição de 13 graus.

Fonte: Portal do Trânsito

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Venda de motos volta a crescer no 1º semestre depois de 7 anos

Venda de motos volta a crescer no 1º semestre depois de 7 anos

 

Emplacamentos tiveram alta de 6,9% de janeiro a junho de 2018. Mesmo assim, nível de vendas ainda é menor que o de 2005.

 

A venda de motos novas voltou a crescer no 1º semestre de 2018 depois de 7 anos. De acordo com a associação das concessionárias, a Fenabrave, o segmento teve alta de 6,9% no acumulado de janeiro a junho, em relação ao mesmo período de 2017.

Foram 456.889 unidades emplacadas no ano, enquanto o setor havia alcançado 427.275 em 2017. Mesmo assim, o nível de vendas atual é menor que o de 2005, que teve 481.098 motos emplacadas nos primeiros seis meses.

“Temos boas perspectivas para o ano pela recuperação da renda das classe C, D e E, que são as maiores compradores de motos de baixa cilindrada”, disse Celso Porto, vice-presidente de motos da Fenabrave.

Também ajuda na recuperação uma maior disponibilidade de crédito pelos bancos. Segundo a entidade, a cada 10 pedidos de financiamento de motos pelo menos 2 estão sendo atendidos, contra 1,7 no começo do ano.

O financiamento responde por 40% das vendas de motos, o consórcio 33% e as compras à vista 27%.

Greve atrapalhou vendas em junho

O mês de junho fechou com 74.089 motos vendidas no Brasil, o que representa uma leve alta anual de 3,22%, comparado a junho de 2017. Mas a greve dos caminhoneiros acabou afetando o desempenho do setor. Na comparação com maio, os emplacamentos caíram 8,83%.

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Confirmada na CCJ permissão para parcelamento do seguro obrigatório de veículos

Confirmada na CCJ permissão para parcelamento do seguro obrigatório de veículos

 

A permissão aos proprietários de veículos para parcelar o pagamento do Seguro Obrigatório (DPVAT) em 12 parcelas foi confirmada na reunião da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da quarta-feira (4), na forma de um substitutivo ao PLS 162/2014. O texto segue para a Câmara dos Deputados, se não houver recurso para análise em Plenário.

PLS 162/2014, do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), busca diminuir o prejuízo financeiro que hoje têm os proprietários de determinadas categorias de veículos com o seguro. Ele acredita que esse parcelamento reduzirá a inadimplência, especialmente dos donos de motocicletas que, proporcionalmente, possuem o maior custo em relação ao valor do veículo. Em 2018, automóveis pagaram R$ 45,72 e motocicletas R$ 185,50.

A relatora, senadora Ana Amélia (PP-RS), apresentou texto alternativo para retirar a vigência imediata da futura lei. Para a efetiva implantação dessa medida, a parlamentar considera necessário prazo para que a Administração possa oferecer aos cidadãos os meios para o parcelamento, em cada estado, pois o pagamento do seguro é vinculado ao do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). O novo prazo será de 180 dias após a publicação da lei que resultar do projeto.

Ana Amélia também previu, no substitutivo aprovado pela CCJ, a correção de artigo que retira, inadvertidamente, competências do Conselho Nacional de Trânsito. Além disso, a relatora entende que o fracionamento em parcelas deve ser uma opção e não uma obrigatoriedade dos proprietários de veículos, como previa o texto original.

Veja tabela do valor do seguro DPVAT 2018
Automóveis, camionetas, táxis, carros de aluguel e de aprendizagem – R$ 45,72
Ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete – R$ 164,82
Micro-ônibus com cobrança de frete e lotação não superior a 10 passageiros e ônibus, micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete – R$ 103,78
Ciclomotores – R$ 57,61
Motocicletas, motonetas e similares – R$ 185,50
Caminhões e caminhonetas tipo “pick-up” de até 1.500 kg – R$ 47,66
Reboque e semirreboque – isento

As informações são da Agência Senado

Fonte: Portal do Trânsito

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Denatran divulga lista de fabricantes de placas de veículos padrão Mercosul

Denatran divulga lista de fabricantes de placas de veículos padrão Mercosul

 

 

O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) publicou na segunda-feira (2), no Diário Oficial da União, as primeiras oito portarias de credenciamento de fabricantes e estampadores de placas de identificação veicular.

Assinados pelo presidente do órgão vinculado ao Ministério das Cidades, as habilitações das empresas começam a ser divulgadas quase dois meses após o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) ter publicado a resolução que regulamenta a produção das placas de identificação dos veículos brasileiros conforme o padrão dos países do Mercosul.

A Resolução 733/2018, do Contran, estabelece que, até 1º de dezembro deste ano, as novas placas deverão ser instaladas nos novos veículos que forem registrados; que estejam em processo de transferência de município ou de proprietário ou quando houver a necessidade de substituição das placas por quaisquer outros motivos. Os preços das placas serão definidos pelos fabricantes credenciados, que serão responsáveis pela produção, logística, gerenciamento informatizado, distribuição e estampagem das placas veiculares.

A troca é opcional para os veículos já emplacadas, mas a resolução do Contran permite aos proprietários destes veículos as substituírem, mantendo os números originais no cadastro. A previsão é que toda a frota nacional esteja emplacada com o novo modelo até o fim de 2023.

Segundo o Denatran, mais de 100 empresas de todo o Brasil já deram entrada nos seus processos de credenciamento. Das oito primeiras empresas habilitadas, duas são do Rio Grande do Sul: a Rio-Grandense Indústria e Comércio, da cidade de Taquara, e a Nair M.Z. Rodrigues & Cia, de Passo Fundo.

Ainda na região Sul, foi credenciada uma empresa instalada em Joinville (SC), a Blanks Comércio de Placas. As outras cinco habilitadas funcionam no Rio de Janeiro (Utsch do Brasil); Goiânia (Goiânia Placas); São Francisco do Guaporé (RO – KL Placas); Santana do Parnaíba (SP – Centersystem Indústria e Comércio) e em São José da Lapa (MG – Promac Industrial e Produtos de Metais).

O credenciamento para estampar as placas de identificação veicular tem validade de quatro anos, mas as empresas de Goiânia, Passo Fundo e Rondônia foram habilitadas em caráter “precário”, tendo 24 horas a partir da publicação da portaria no Diário Oficialpara comprovar estarem aptas a produzir as placas conforme as normas exigidas. A não apresentação da documentação no prazo acarretará na revogação do credenciamento.

A substituição das placas se aplica a todos os tipos de veículo, incluindo reboques, semirreboques, motocicletas, triciclos, motonetas, ciclo elétricos, quadriciclos, ciclomotores, tratores e guindastes, que serão identificados por uma única placa, instalada na parte traseira.

As novas placas são revestidas com película retrorrefletiva e têm fundo branco com margem superior azul. Além de estampar a bandeira brasileira com o símbolo do Mercosul, o novo modelo mantém os atuais sete caracteres alfanúmericos e apresenta ainda Quick Response Code (QRCode) e número de ID  (identity, palavra inglesa que significa “identidade”) único para coibir fraudes.

As informações são da Agência Brasil

Fonte: Portal do Trânsito

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Venda de veículos sobe 14,5% no 1º semestre de 2018, diz Fenabrave

Venda de veículos sobe 14,5% no 1º semestre de 2018, diz Fenabrave

 

De acordo com a entidade, foram 1.166.663 unidades emplacadas de janeiro a junho, enquanto no ano passado, o número para o mesmo período foi de 1.019.208 veículos vendidos.

 

A venda de veículos subiu 14,5% no primeiro semestre de 2018, informou a associação das concessionárias, a Fenabrave, nesta terça-feira (3).

Somando automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões, um total de 1.166.663 unidades foram emplacadas de janeiro a junho, enquanto no ano passado, o número para o mesmo período foi de 1.019.208 veículos vendidos.

Alta de 3,7% em Junho

No mês de junho, o setor de veículos vendeu 201.987 unidades, o que representa alta de 3,7% em relação a junho de 2017, quando 194.796 unidades foram comercializadas.

No entanto, na comparação com maio, que alcançou 201.870 unidades, a venda ficou estável com um pequeno avanço de 0,06%.

De acordo com a Fenabrave, a Copa do Mundo segurou as vendas em junho. A média diária de vendas de automóveis caiu de 8.975 para 8.743 unidades no primeiro dia de jogo do Brasil (22), o que significa cerca de 5 mil emplacamentos a menos.

No entanto, o maior impacto negativo veio da greve dos caminhoneiros e da queda no índice de confiança dos consumidores, segundo Alarico Assumpção, presidente da entidade. Por isso, as estimativas para este ano foram revisadas.

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Fiat anuncia recall de 223 mil carros no Brasil, incluindo Toro, Argo e Mobi

Fiat anuncia recall de 223 mil carros no Brasil, incluindo Toro, Argo e Mobi

 

Problema no sistema de ignição pode fazer o motor desligar sozinho e causar acidentes.

 

Fiat anunciou na (29) um recall de 223 mil unidades dos modelos UnoArgoMobiToroGrand SienaStradaPalio Weekend e Fiorino, por causa de uma falha no sistema de ignição que pode fazer o motor desligar sozinho.

CHASSIS ENVOLVIDOS

  • Uno (2018 e 2019) – 814974 a 835992
  • Argo (2018 e 2019) – H20145 a H82351
  • Mobi (2018 e 2019) – 493776 a 558183
  • Toro (2018 e 2019) – B40604 a C01788
  • Grand Siena (2018 e 2019) – 340455 a 359006
  • Strada (2017 e 2018) – 181519 a 246187
  • Palio Weekend (2018) – 099712 a 103166
  • Fiorino (2018) – 085164 a 107200

De acordo com a fabricante, um problema nos relés da ignição pode causar funcionamento irregular do motor e um desligamento inesperado.

Alguns veículos podem apontar o defeito por meio do acendimento da luz-espia da bateria no quadro de instrumentos, no entanto, mesmo se o seu carro não esteja com a luz anormal no painel, é necessário fazer o reparo urgente.

Os agendamentos começaram a ser feitos a partir da segunda-feira (2), e o tempo estimado para a troca dos relés é de 30 minutos.

Em caso de dúvida, é possível obter mais informações por meio do telefone 0800 707 1000.

Defeito também nos Jeeps

O mesmo problema dos relés afeta outra marca da Fiat Chrysler, a Jeep, que chamou no começo do mês 92 mil unidades do Compass e do Renegade para substituição das peças.

Fonte: G1

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Viação e Transportes prevê que o Contran defina multas para as quais será necessária comprovação

Viação e Transportes prevê que o Contran defina multas para as quais será necessária comprovação

 

A Comissão de Viação e Transportes aprovou proposta para que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) defina as infrações de trânsito para as quais será necessária a comprovação, exclusiva ou complementar, por meio eletrônico ou químico, entre outros.

O texto foi aprovado na forma de substitutivo apresentado pelo relator, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), ao Projeto de Lei 8377/17, da deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), e dois apensados.

Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB, Lei 9.503/97) prevê que apenas a declaração da autoridade ou do agente de trânsito já é suficiente para comprovar a infração.

Segundo Hugo Leal, o substitutivo pretende conciliar os projetos originais com a determinação de competência do Contran para definir as infrações que necessitarão de comprovação, exclusiva ou complementar à declaração da autoridade competente.

Também caberá ao Contran dizer como elas se darão – por meio de equipamento eletrônico ou audiovisual, reações químicas ou qualquer outro meio tecnologicamente disponível.

No PL 8377/17, Mariana Carvalho havia defendido o direito à ampla defesa.

“Por mais que os agentes de trânsito não precisem provar o que afirmam, por possuírem presunção de veracidade, os cidadãos devem ter o direito de recorrer das penalidades valendo-se de provas concretas, como imagens ou qualquer outra informação passível de contraditório e ampla defesa.”

Tramitação

O projeto será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

As informações são da Agência Câmara

Fonte: Portal do Trânsito

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Pesquisa diz que 76% dos paulistanos aceitam restringir uso de carros

Pesquisa diz que 76% dos paulistanos aceitam restringir uso de carros

 

Medida é apoiada para reduzir poluição do ar na capital de São Paulo

 

A maior parte da população da cidade de São Paulo, 76%, apoia a adoção de medidas para restringir a circulação de veículos e diminuir a poluição do ar na capital, segundo pesquisa divulgada pela Rede Nossa São Paulo. O estudo encomendado ao Ibope pela organização não governamental ouviu 800 pessoas de todas as regiões da cidade em abril.

Entre os que são favoráveis a essas ações, 30% acreditam que a inspeção veicular, verificando os níveis de emissões dos automóveis, é a melhor opção. A limitação da circulação de veículos no centro expandido é vista como a forma mais eficiente de diminuir a contaminação atmosférica por 21%. Ampliar o horário de duração do rodízio é defendida por 16%.

Levantamento anterior da Nossa São Paulo, feito em setembro de 2017, mostrou que mais da metade (56%) dos residentes na cidade disseram já ter tido algum problema de saúde relacionado à poluição. Segundo a presidente do Instituto Saúde e Sustentabilidade, Evangelina Vormittag, a contaminação do ar causa, principalmente, problemas circulatórios.

“Os efeitos nocivos da poluição são vários, mas os mais importantes são os cardiovasculares, como infarto e o acidente vascular cerebral, que as pessoas conhecem como derrame cerebral. Esses efeitos são 80% [do total]. E 20% são respiratórios”, disse a dirigente, ao participar da apresentação dos dados.

Fontes de poluição

Os carros, caminhões, motos e ônibus são, de acordo com a médica, a maior fonte de poluentes atmosféricos da capital paulista. “Os veículos são responsáveis por 50% da poluição do ar em São Paulo relacionada ao material particulado. Mas, se você for olhar, por exemplo, para o dióxido de nitrogênio, até 80% é causada pelos veículos”, destacou.

Sobre a restrição de veículos, Evangelina citou como exemplo concreto a greve dos caminhoneiros, que devido ao desabastecimento de combustível, reduziu substancialmente o tráfego de veículos na capital paulista e em outras partes do estado.

Segundo ela, na cidade de São Paulo e na Baixada Santista, a queda nos níveis de contaminação chegou a ficar entre 50% e 70%. “Os níveis de poluição nessa fase chegaram aos níveis que são preconizados pela Organização Mundial da Saúde”, enfatizou.

Apoio à reciclagem

A pesquisa também mediu a adesão dos residentes da capital paulista à coleta seletiva. Segundo o estudo, 57% dos moradores separam o lixo. Na zona oeste da cidade, o índice chega a 75%, e no centro a 65%. A zona leste tem o menor percentual, com 51% dos residentes descartando o lixo diferenciando o tipo de material.

Entre os que aderem a coleta seletiva, 38% são atendidos por caminhões da prefeitura, 28% por catadores de recicláveis e 15% levam o material para um ponto de reciclagem. Na zona sul, o índice dos que são atendidos por caminhões da municipalidade é de 47%. Na zona leste, 40% dizem que os resíduos são levados por cooperativas de catadores.

Conservação de parques

Quase a metade dos moradores (48%) classificou a conservação dos parques e praças da cidade como ruim ou péssima. Para 41%, os trabalhos de manutenção têm qualidade regular e para 11% são bons ou ótimos.

As informações são da Agência Brasil

Fonte: Portal do Trânsito

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Tarifa sobre carros importados aos EUA pode gerar represálias de US$ 294 bilhões

Tarifa sobre carros importados aos EUA pode gerar represálias de US$ 294 bilhões

 

Donald Trump ameaçou adotar tarifas de 20% para os veículos da União Europeia importados pelos Estados Unidos.

 

O governo dos Estados Unidos se arrisca a sofrer represálias por parte dos parceiros comerciais que poderiam afetar produtos americanos no valor de US$ 294 bilhões, caso Donald Trump cumpra a ameaça de impor tarifas a veículos estrangeiros, advertiu a União Europeia (UE).

Em uma carta dirigida às autoridades americanas, a Comissão Europeia considera que as medidas de represália tomadas pela UE e outros países poderiam afetar bens americanos no valor de até US$ 294 bilhões, ou seja, 19% do total das exportações dos Estados Unidos em 2017.

A carta do Executivo europeu foi divulgada em um contexto especialmente tenso, depois que o presidente americano acusou no domingo a UE de ser “possivelmente tão ruim quanto a China” na questão comercial em relação aos Estados Unidos.

Briga comercial

No dia 22 de junho, Trump ameaçou adotar tarifas de 20% para os veículos da União Europeia importados pelos Estados Unidos.

As montadoras afirmam que os modelos importados ficarão US$ 5,8 mil mais caros para os americanos, somando um custo total de até US$ 45 bilhões.

Com a ameaça, o presidente americano tentou dar uma resposta aos direitos de alfândega adicionais impostos pela Europa a dezenas de produtos americanos.

A medida europeia foi, por sua vez, uma represália às tarifas de 25% sobre o aço e de 10% sobre o alumínio que Washington impôs a estes produtos exportados por alguns países, incluindo alguns aliados dos Estados Unidos.

Fonte: G1