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Preço do diesel termina a semana em alta, aponta pesquisa da ANP

Preço do diesel termina a semana em alta, aponta pesquisa da ANP

 

Valor médio do combustível nas bombas subiu 1%, enquanto o preço da gasolina subiu 4% e do etanol, 4,7%; gás de cozinha também subiu.

 

Levantamento semanal divulgado pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP) nesta segunda-feira (4) mostra que o preço médio do diesel subiu 1% nos postos, enquanto que o da gasolina avançou 4%, na comparação com a semana encerrada no dia 26 maio, quando os caminhoneiros ainda estavam em greve.

Segundo o levantamento, o preço médio do diesel nas bombas subiu de R$ 3,788 para R$ 3,828. Mas, na mesma semana a ANP chegou a registrar a cobrança de R$ 5,20 por litro na mesma semana.

Já o valor médio da gasolina passou de R$ 4,435 para R$ 4,614. A ANP chegou a encontrar o litro sendo vendido por R$ 5,40 na mesma semana.

A pesquisa da ANP foi realizada entre 27 de maio e 2 de junho. Ou seja, parte dos preços foi coletada ainda durante a greve dos caminhoneiros, encerrada na quinta-feira (31).

Alta acumulada no ano

No ano, o preço médio do diesel nas bombas acumula alta de 15%, enquanto o da gasolina subiu 12% até agora.

A pesquisa também apontou que o preço médio do etanol por litro aumentou 4,7%, passando de R$ 2,818 para R$ 2,953, em média. Já o maior valor registrado pela ANP na semana foi de R$ 4,59 por litro. No ano, o valor do etanol nas bombas acumula alta de 1,4%.

Já o valor do botijão de gás de cozinha subiu 5,3%, de R$ 67,02 para R$ 70,61, em média, chegando a R$ 105 no valor máximo registrado pela ANP. Em 2018, há alta de 4,7%.

Preços nas refinarias

Na mesma semana, a Petrobras baixou em 2,11% o preço da gasolina nas refinarias. O repasse ou não da redução para o consumidor depende dos postos.

Nesta segunda-feira, a Petrobras anunciou redução 0,68% no preço da gasolina comercializada nas refinarias. O corte acontece após 2 altas seguidas. Em 1 mês, entretanto, o combustível acumula alta de 11,64% nas refinarias.

Já o preço do diesel nas refinarias, seguindo acordo firmado durante a greve dos caminhoneiros, ficou congelado em R$ 2,1016 do dia 24 até o dia 31 de maio, quando passou para R$ 2,0316. Esse preço será mantido até o dia 7 de junho, conforme ficou estabelecido pelo programa de subvenção ao combustível anunciado pelo governo, que prevê redução de R$ 0,46 no diesel. Com a redução, o preço do combustível recuou 2,69% na comparação com o início de maio.

A medida que prevê desconto de R$ 0,46 no litro do diesel por 60 dias anunciada pelo governo entrou em vigor na sexta-feira (1) e o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, estimou que a redução do preço poderá levar até 15 dias para chegar aos consumidores de todo o país.

A Petrobras adotou novo formato na política de ajuste de preços em 3 de julho do ano passado. Segundo a nova metodologia, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente, refletindo as variações do petróleo e derivad os no mercado internacional, e também do dólar. Desde o início do formato, o preço da gasolina comercializado nas refinarias acumula alta de cerca de 50%.

Posto que não repassar desconto pode ser multado

Para tentar garantir o desconto nas bombas, o governo anunciou a criação de uma rede nacional de fiscalização e promete punições para os postos que não repassarem aos consumidores a redução de R$ 0,46 no preço do litro do óleo diesel. As punições possíveis em caso de descumprimento são:

  • Multa de até R$ 9,4 milhões;
  • Suspensão temporária da atividade;
  • Cassação da licença do estabelecimento;
  • Interdição do estabelecimento comercial.

Segundo os ministro Carlos Marun, da Secretaria de Governo governo, os postos terão de fixar uma placa com o preço do diesel cobrado em 21 de maio, dia em que se iniciou a greve dos caminhoneiros. Desse preço, disse o ministro, terão de ser descontados os R$ 0,46 – dos quais R$ 0,30 são subvenção do governo (que compensará a Petrobras) e R$ 0,16 resultado da eliminação da incidência dos tributos Cide e da redução de PIS-Cofins sobre o diesel.

Os representantes dos postos afirmam, entretanto, que não há lei que obrigue a repassar desconto no diesel ao consumidor, e que os preços na bomba estão vinculados ao que é cobrado pelas transportadoras.

O presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), Paulo Miranda Soares, afirmou nesta sexta-feira (1º), que não acredita em dificuldades para repassar a redução do preço do diesel nas refinarias para o consumidor final, mas avaliou que o repasse também depende dos estados. Ele explicou que, como há biodiesel no produto final, o impacto da redução de tributos por parte do governo, e da concessão de subsídios, seria de R$ 0,41 por litro.

Já o presidente da Associação de Produtores de Biodiesel do Brasil (Aprobio), Erasmo Carlos Battistella, afirmou que o setor não é obstáculo para que o preço final do diesel seja reduzido em R$ 0,46.

 Fonte: G1
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Metade dos carros abastecidos com GNV estão irregulares

Metade dos carros abastecidos com GNV estão irregulares

 

Postos de combustíveis descumprem lei estadual ao não exigir selo comprovando que o veículo passou pela inspeção veicular obrigatória antes de abastecer.

 

Passado mais de um ano que a Lei do GNV entrou em vigor no Paraná (Lei 18.981/2017), proibindo os postos de combustíveis de abastecerem os carros que não apresentarem o selo de regularidade, ainda é raro ver esse tipo de exigência nos estabelecimentos do estado. Uma pesquisa realizada pela APOIA – Associação Paranaense dos Organismos de Inspeção Veicular Acreditados em 31 postos de Curitiba e Região Metropolitana mostrou que 46% dos veículos que abasteceram com GNV estavam em situação irregular – ou seja, não estavam com a documentação em dia junto ao Detran ou não tinham feito as inspeções anuais exigidas por lei.

No Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR), 35.253 veículos são registrados com combustível GNV – o equivalente a 0,5% da frota estadual. Quase metade deles está em Curitiba, num total de 17.292 veículos.

Segurança

A advogada Fernanda Krucinski, assessora jurídica da APOIA, explica que o selo é a garantia de segurança tanto para o posto quanto para a população em geral, pois atesta que o veículo que está sendo abastecido com GNV passou pelo processo de conversão em uma oficina credenciada pelo Instituto de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), que instala o kit de conversão e fornece o Certificado de Homologação de Montagem. “O selo é o comprovante de que o veículo com GNV passou pela inspeção veicular e é seguro, do ponto de vista técnico. O objetivo é evitar riscos aos passageiros e todos os usuários do trânsito”, esclarece.

Fernanda afirma que a legislação brasileira permite o uso do GNV como combustível veicular, desde que sejam feitas modificações nos carros. “Muitos proprietários de veículo preferem trocar o álcool, gasolina ou diesel pelo GNV porque o custo desse combustível é mais barato que as demais opções. Por isso, em períodos de recessão econômica, a tendência é aumentar a procura por esse tipo de insumo. O problema é que se isso não for feito de forma segura, em um local especializado, em vez de um benefício será um risco a mais para toda a sociedade”, pondera Fernanda.

Custo-benefício

Só para citar como exemplo, em Curitiba o metro cúbico do GNV atualmente custa, em média, R$ 2,54. Já o litro da gasolina comum custa cerca de R$ 4,10; do etanol sai por R$ 2,60 e do diesel R$ 3,30. Segundo a Compagas, além da economia na bomba, o GNV é menos poluente que os combustíveis líquidos e ainda rende mais – chegando a rodar quase o dobro em comparação ao etanol. Com o GNV, o veículo roda, em média 13,2 quilômetros por metro cúbico, enquanto com a gasolina faz 10,7 quilômetros por litro e com o etanol, 7,5 quilômetros por litro.

Os usuários de GNV no Paraná contam ainda com um desconto no valor do IPVA, o que torna o combustível ainda mais rentável. Para carros não convertidos ao GNV o IPVA é de 3,5% do valor do carro; para carros convertidos para o GNV, o IPVA é de somente 1% do valor.

Penalidades

De acordo com a Fernanda Krucinski, os postos de combustíveis que descumprirem a lei podem receber multas e, em caso de reincidência, podem até ter o alvará de funcionamento cassado. “A legislação é clara e, se aplicada corretamente, os veículos clandestinos e irregulares não deveriam ser abastecidos nos postos de GNV. Assim o frentista estará protegido, o posto de combustível resguardado e os cidadãos seguros”, pontua.

A Compagas atende 36 postos revendedores de GNV instalados nas cidades de Curitiba, Campo Largo, Colombo, Paranaguá, Pinhais, Ponta Grossa e São José dos Pinhais. Um posto em Londrina comercializa o GNV fornecido pela GasLocal.

Pesquisa

A pesquisa da APOIA foi realizada em 31 postos de Curitiba e Região Metropolitana, em 2017. O objetivo foi quantificar percentualmente os veículos sem a devida avaliação de conformidade para utilização do GNV a partir de uma amostra representativa. No total foram anotadas 500 placas do estado do Paraná (média de 17 placas em cada posto). Depois do levantamento, foi realizada a consulta das placas em sistema oficial do Detran para checar a situação do veículo quanto à regularização do GNV. As informações obtidas neste estudo possibilitaram à APOIA identificar o total de veículos que utilizam GNV e estão em situação irregular ou clandestinos.

Fonte: Portal do Trânsito

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Petrobras eleva preço da gasolina nas refinarias após 5 quedas seguidas

Petrobras eleva preço da gasolina nas refinarias após 5 quedas seguidas

 

Preço do litro subirá 0,74% a partir desta quinta-feira (31), passando de R$ 1,9526 para R$ 1,9671.

 

Após 5 cortes seguidos, a Petrobras anunciou nesta quarta-feira (30) uma elevação no preço da gasolina nas refinarias. O preço do litro da gasolina subirá 0,74% a partir desta quinta-feira (31), passando de R$ 1,9526 para R$ 1,9671.

O último reajuste tinha sido anunciado na segunda-feira, quando houve redução de 2,84% no preço da gasolina. Em maio, já foram anunciadas 13 altas e 6 quedas no preço da gasolina.

Já o preço do diesel segue congelado em R$ 2,1016. Na quarta-feira da semana passada, a estatal reduziu em 10% o valor do combustível, comprometendo-se a manter o valor por 15 dias.

O repasse do corte para o valor pago pelos consumidores nas bombas depende dos donos dos postos. Os últimos cortes anunciados pela Petrobras não foram sentidos pelos consumidores, uma vez que o abastecimento no país ainda não foi normalizado e a distribuição continua sendo afetada pelos protestos dos caminhoneiros.

A Petrobras adotou novo formato na política de ajuste de preços em 3 de julho do ano passado. Segundo a nova metodologia, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente, refletindo as variações do petróleo e derivados no mercado internacional, e também do dólar. Desde o início do formato, o preço da gasolina comercializado nas refinarias acumula alta de 49,71% e o do diesel, valorização de 55,09%, segundoo Valor Online.

Preços do diesel congelados nas refinarias

A Petrobras anunciou na semana passada que o preço do diesel comercializado em suas refinarias ficará inalterada por 15 dias, até 7 de junho. Após essa data, será aplicado o novo programa anunciado pelo governo, que prevê redução de R$ 0,46 no preço do litro por 60 dias e reajustes mensais após esse prazo.

Levantamento divulgado na semana passada pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP) mostrou que o preço médio do diesel e da gasolina continuaram a subir nas bombas, mesmo com as redução de preços nas refinarias.

O avanço do preço do diesel nos postos foi de 5,3%, passando de R$ 3,595 por litro para R$ R$ 3,788 na semana encerrada no dia 25. Já em relação ao preço médio da gasolina houve aumento de 3,52%, com o valor passando de R$ 4,284 por litro para R$ 4,435 em média. Foi o maior aumento semanal dos preços da gasolina desde julho de 2017, quando o governo anunciou o aumento dos impostos sobre os combustíveis.

Política de preços da Petrobras sob pressão

O presidente Michel Temer afirmou nesta terça-feira (29), durante entrevista à emissora oficial TV Brasil, que pode reexaminar a política de preços da Petrobras. Na entrevista, Temer primeiro afirma não querer alterar a política da estatal. Em seguida, se refere à possibilidade de reexaminá-la.

O Palácio do Planalto divulgou nota nesta quarta-feira (30), entretanto, na qual afirmou que o governo vai “preservar” a política de preços da Petrobras.

A política de preços da Petrobras é um dos pontos criticados pela greve dos caminhoneiros e dos petroleiros. Desde julho do ano passado, a estatal promove os reajustes com base na variação do dólar e dos preços do petróleo no mercado internacional, e os preços para os consumidores dispararam bem acima da inflação.

As ações da Petrobras desabaram nos últimos dias e a companhia perdeu o posto de maior companhia da Bolsa em valor de mercado. A decisão de congelar o preço do diesel foi analisada pelos especialistas como um sinal de que a petroleira cedeu a pressões políticas e perdeu credibilidade.

Em oito pregões, desde o início da greve, a empresa chegou a perder R$ 126 bilhões. Nesta terça-feira, entretanto, as ações da petroleira fecharam em alta de 12%, recuperando parte das perdas dos últimos dias.

Por volta das 13h20, as ações preferenciais da Petrobras subiam 1,81%, enquanto o Ibovespa tinha alta de 0,8%.

Fonte: G1

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Itens do funcionamento de seu carro: porque dar atenção a eles na hora de dirigir

Itens do funcionamento de seu carro: porque dar atenção a eles na hora de dirigir

 

Descubra como cuidar do seu automóvel pode evitar problemas.

 

Já pensou você lá, no trânsito, com o seu carro seminovo e, de repente, dá um problema e você tem que enfrentar o desconforto de ter que ficar parado no meio da rua com todo o mundo te olhando? Ninguém merece, não é mesmo?

Para evitar esses tipos de situações é preciso conhecer pelo menos um pouco os itens de funcionamento do seu carro e saber como cuidar deles na hora de dirigir.

A seguir, acompanhe uma lista com alguns desses itens e como prestar a devida atenção a cada um deles.

1º – Motor

Para poder ter o máximo de rendimento de um veículo e aumentar a sua vida útil, é preciso zelar pelo bem-estar do motor do carro. O ideal é limpá-lo anualmente ou, no máximo, a cada dois anos. Um motor limpo vai trabalhar melhor e permitir ao condutor que detecte antecipadamente uma fuga ou vazamento.

Na troca do óleo, busque utilizar o recomendado no manual do automóvel. Só tome cuidado para não sobrecarregar o cárter durante a troca, o que pode levar ao sobreaquecimento do motor e resultar em acidentes de viação.

Como algumas tampas de óleo são magnetizadas e levam consigo partículas de metal, também é importante sempre limpá-las bem quando a troca do líquido for realizada.

Prestar atenção aos filtros é outra medida importante para manter a boa qualidade do motor. Seja o filtro do ar, do óleo, do combustível ou outros que o veículo venha a ter, todos têm como tarefa proteger o motor e devem ser substituídos de acordo com as datas do manual do fabricante.

Quem quiser cuidar ainda mais do motor do carro, pode apostar também em válvulas de ventilação, que impedem danos ao motor. Para quem não sabe, a válvula de ventilação é um dispositivo de controle de emissões em veículos mais velhos e é sempre bom que o condutor garanta que o seu carro tenha uma.

E tem, ainda, mais duas dicas importantes. A primeira é apostar na adição de óleos refrigeradores, que além de serem de baixo custo, são de extrema valia para o aumento da vida útil do motor.

A segunda dica é em relação à correia de distribuição. Substituí-la segundo a data que consta no manual do fabricante é algo imprescindível, caso contrário os estragos no motor poderão ser irreparáveis.

2º – Bateria

Se você realmente gosta do seu veículo que está lá na sua garagem, a inspeção do sistema elétrico deve sempre fazer parte dos seus hábitos para que possam ser evitadas surpresas desagradáveis, especialmente no inverno, quando as baixas temperaturas exigem mais energia para o funcionamento dos automóveis.

Para manter a boa qualidade do sistema elétrico do veículo é importante que sejam realizadas revisões periodicamente. Assim, é possível garantir que a bateria dure até cinco anos ou mais.

Ainda que você não utilize o carro sempre, tente ligá-lo diariamente. Caso isso não seja possível, procure desligar os terminais dos cabos das baterias, o que irá evitar que sejam descarregadas precocemente.

Muita gente não sabe disso mas, mesmo parado, o veículo possui vários componentes que continuam consumindo energia, como o rádio, alarmes, rastreadores e a central de injeção, por exemplo.

Outra dica é não ligar o carro com o farol ligado, o que puxa bastante carga da bateria e diminui a sua vida útil. No caso dos rádios, retire a frente destacável (para os modelos que a possuem) quando sair do veículo, pois isso também ajuda a evitar o desgaste da bateria.

A cada cinco ou seis meses, busque realizar um teste do alternador. Uma vez acionado pelo motor através de uma correia, o componente transforma energia mecânica em elétrica, o que é necessário para carregar a bateria e alimentar os componentes elétricos do veículo.

Caso o alternador apresente problemas, o carro passa a depender única e exclusivamente da bateria, sobrecarregando-a e descarregando-a por inteiro em poucas horas.

Também contribui para o bom funcionamento das baterias ficar de olho no nível da água. O ideal é que não esteja nunca muito alto nem muito baixo.

Caso aconteça da bateria acabar e haver a necessidade de se fazer uma ligação direta entre a bateria arriada e uma auxiliar (a chamada chupeta), é preciso tomar cuidado para não inverter os polos negativos e positivos, pois aí o problema será maior, já que isso trará sérios problemas ao alternador.

Por último, mas não menos importante, vai uma dica que muita gente já deve saber, mas ainda assim tem resistência em seguir. Não deixe componente como faróis, rádio e luzes internas ligados quando o motor não estiver funcionando! Acredite, isso é extremamente importante para garantir uma vida útil longa à bateria do seu veículo.

3º – Faróis e lanternas

Para que não percam a eficiência, é essencial manter os faróis e lanternas limpos. É uma dica óbvia, mas que muitos motoristas nem levam em consideração. Então, da próxima vez que você sair de uma estrada de terra com o seu automóvel, já sabe: não se esqueça de fazer a limpeza das lanternas e dos faróis para manter a eficiência dos mesmos.

Outra dica vai para a regulagem dos faróis. Com o tempo, a vibração de carros populares faz com que eles fiquem desregulados, especialmente no caso de modelos mais velhos.

Como ninguém quer que o farol do carro ilumine o chão ou cegue as pessoas que vêm de encontro a ele, é bom sempre fazer aquela regulagem em um centro automotivo. O custo geralmente é bem em conta.

4º – Freios

Para garantir a segurança de todos a bordo, busque verificar periodicamente os freios de acordo com a recomendação do manual de manutenção do seu veículo. Normalmente, nesses manuais, são exigidas inspeções no conjunto de frenagem a cada dez mil quilômetros rodados.

O objetivo dessa verificação é checar o estado geral dos componentes, já que são peças que naturalmente se desgastam com o uso.

Procure estar atento também ao fluido de freio, pois é ele o responsável por fazer o acionamento do sistema de frenagem. O prazo de troca e a especificação do tipo do fluido também podem ser encontrados nos manuais dos automóveis.

Caso o líquido esteja abaixo do nível indicado ou esteja vencido, a eficiência do sistema de frenagem pode ser seriamente comprometida.

E, em hipótese alguma altere as configurações do freio, viu. Isso pode interferir na eficiência do mesmo.

5º – Sistema de Arrefecimento

Limpezas nesse sistema devem ser realizadas a cada trinta mil quilômetros rodados. As peças que devem ser limpas são o reservatório de expansão e o radiador. O aditivo do radiador também deve ser trocado a cada trinta mil quilômetros.

 

Fonte: Portal do Trânsito

 

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Venda de veículos seminovos cai pela metade no ano; a de usados de 9 a 12 anos sobe 79%

Venda de veículos seminovos cai pela metade no ano; a de usados de 9 a 12 anos sobe 79%

 

Para especialistas, parte dos compradores de seminovos está voltando ao carro zero. Por outro lado, a valorização dos usados com até 3 anos leva outra parte dos clientes a buscar carros mais velhos.

 

 

A venda de veículos seminovos, aqueles com até 3 anos de uso, caiu pela metade de janeiro a abril, na comparação com o mesmo período do ano passado, segundo dados da Fenauto, federação dos revendedores multimarcas.

Essa foi a “faixa etária” mais negociada entre os usados em 2016 e 2017, mas, neste ano, ela é a apenas a terceira, perdendo para os que têm de 4 a 8 anos (“usados jovens”, na classificação da Fenauto) e os de 13 anos ou mais (“velhinhos”).

O volume de seminovos vendidos passou de 1,7 milhão de unidades nos primeiros 4 meses de 2017 para 888,5 mil neste ano, uma queda de 49,6%.

O que explica?

Segundo especialistas ouvidos pelo G1, duas tendências derrubaram as vendas dos veículos com até 3 anos de uso:

  • parte dos clientes voltando a comprar carro zero;
  • outra parte passando a procurar veículos mais velhos porque o preço dos seminovos subiu nos últimos anos, com a forte procura.

Compra de carro zero

Para o presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos, a queda dos seminovos reflete a retomada da economia: parte dos clientes que até o ano passado optaram por veículos seminovos agora se volta para os zero.

venda de carros, caminhões e ônibus novos foi 21% maior de janeiro a abril deste ano do que no mesmo período do ano passado, somando 762,8 mil emplacamentos.

Considerando só a venda para pessoa física, a alta foi de 15,6% no mesmo período, aponta Isabela Tavares, economista da Tendências Consultoria.

Ela destaca ainda que a oferta de crédito para compra de veículos vem aumentando desde janeiro do ano passado, na comparação anual.

Os financiamentos de veículos novos subiram 9,6% de janeiro a abril, frente a 2017; os de usados, que são maioria, ficaram estáveis.

“A própria crise faz com que as diferenças de preço de carros novos para seminovos sejam estreitadas pelas promoções que as concessionária fazem no sentido de desaguar os estoques”, completa Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (Ibevar).

No entanto, as venda de carros zero continuam com volume bem abaixo do que o antes da crise, que favoreceu os usados.

“O que está acontecendo não é uma retomada total (da venda de veículos novos). (O setor) está respirando melhor”, diz Antonio Jorge Martins, da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Compra de carro mais velho

Mesmo com a retomada nas vendas dos novos, a negociação de veículos usados continua crescendo. Nos primeiros 4 meses do ano, subiu 5%, frente a 2017, somando 3,4 milhões, sem contar as motos, ainda segundo a Fenauto.

Além de deixarem de ser a “faixa etária” mais vendida, a dos seminovos foi a única que caiu na comparação com o ano passado.

“Com a grande procura de seminovos (nos últimos anos), o preço se elevou, fazendo com que uma parte (dos consumidores) partisse para carros mais velhos”, avalia Martins.

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Preço da gasolina sobe e chega ao maior valor em meses

Preço da gasolina sobe e chega ao maior valor em meses

 

A partir do dia 22, litro do combustível está saindo para as distribuidoras custando ainda mais que antes.

 

 

O relatório de preços de combustíveis revelado pela Petrobras para a partir de amanhã (22) está mostra mais um aumento. Vale lembrar que a empresa realiza reajustes tanto no diesel quanto na gasolina baseada na flutuação do valor do petróleo no mercado internacional. Os valores informados correspondem ao preço por litro referente ao produto saindo para as distribuidoras, sem contar impostos e outros custos.

 Com essa prática valendo desde março, o valor do litro da gasolina a partir de amanhã chegará ao maior patamar do ano até agora, sendo cobrados R$ 2,0867 por litro. Já o litro de diesel vendido às distribuidoras chega a R$ 2,3716 por litro. No site da Petrobras há o histórico do litro desde 6 de abril, quando eram cobrados R$ 1,6473 pelo litro de gasolina e R$ 1,8867 pelo litro do diesel.

 

Fonte: ICarros 

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Produção de motos cresce 37,3% em abril, diz Abraciclo

Produção de motos cresce 37,3% em abril, diz Abraciclo

 

 

Foram fabricadas 88,4 mil unidades, contra 67,3 mil no mesmo mês do ano passado. Associação das fabricantes manteve previsão de alta de 5,9% para 2018.

 

A produção de motos cresceu 37,3% em abril, segundo dados da associação das fabricantes de motocicletas (Abraciclo), divulgados nesta segunda-feira (14). Foram fabricadas 88.422 unidades, contra 67.380 no mesmo mês de 2017.

O acumulado do primeiro quadrimestre do ano também registra alta. Nos quatro primeiros meses de 2018, foram produzidas 347.959 unidades, alta de 17,6% sobre as 295.761 unidades do mesmo período do ano passado.

Na comparação com março, houve queda de 6,5% na produção. Naquele mês, foram feitas 94.599 motos.

As vendas também registraram alta. Em abril, foram vendidas 78.536 unidades, número 28% mais alto do que o mesmo mês de 2017, quando foram comercializadas 61.342 motos.

No acumulado, a alta é de 12,8%, com 312.539 exemplares vendidos entre janeiro a abril deste ano, contra 277.160 neste período do ano passado.

A Abraciclo manteve a previsão de alta de 5,9% na produção para 2018, com 935 mil unidades, ante as 882,8 mil fabricadas em 2017.

Nas vendas, a previsão de alta é menor, de 1,6%, para 865 mil unidades.

 

Fonte: G1

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Placa do Mercosul é adiada e não será obrigatória em veículos já emplacados

Placa do Mercosul é adiada e não será obrigatória em veículos já emplacados

 

Padrão Mercosul foi anunciado em 2014, mas já teve o prazo adiado três vezes. Agora é a partir de 1º de dezembro de 2018.

 

 

Depois de suspender o projeto, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) publicou nesta sexta-feira (11) ajustes para a adoção das placas de veículos com o padrão Mercosul no Brasil. As alterações atrasaram o início da implementação mais uma vez, de 1º de setembro para 1º de dezembro de 2018.

Este é o terceiro adiamento da novidade, que foi anunciada em 2014, deveria ter entrado em vigor por aqui em janeiro de 2016, foi adiada para 2017 e depois por tempo indeterminado. As placas do Mercosul já são usadas na Argentina e no Uruguai.

Por outro lado, não haverá mais obrigatoriedade de troca de placas para os veículos que já estão em circulação. A resolução anterior dava prazo de 5 anos (até 2023) para toda a frota nacional rodar com as novas placas.

A placa do Mercosul só será obrigatória para carros novos (a partir de 1º de dezembro), transferidos de munícipio ou de proprietário, e em outras situações que exigem a troca de placas.

Isso quer dizer que um veículo já emplacado poderá circular com o modelo atual até o fim da vida, se permanecer com o mesmo dono e no mesmo munícipio.

Em resposta ao G1, o Ministério das Cidades explicou que a substituição das placas vai acompanhar o ritmo do mercado de veículos novos e usados, sem uma previsão exata para atingir 100% da frota nacional.

Durante a suspensão de quase dois meses do programa, o Contran discutiu também os critérios para que fabricantes dos dispositivos possam se credenciar, com objetivo de reduzir fraudes e falsificações.

“Na prática, os fabricantes de placa serão obrigados a contratarem os estampadores para produzirem a estampa do novo modelo, e todos deverão estar devidamente credenciados junto ao Denatran para a realização legal da atividade”, afirmou o Ministério das Cidades.

Quando começa a valer a nova placa?

  • Começa em 1º de dezembro de 2018;
  • A partir desta data, a placa do Mercosul será instalada em modelos zero quilômetro, veículos que passarem por processo de transferência de município ou propriedade, ou quando houver a necessidade de substituição das placas;
  • Os proprietários de veículos que já estão em circulação podem escolher se querem antecipar a troca ou não.

Investigação do Ministério Público

Em março, um inquérito foi aberto pelo Ministério Público Federal (MPF) do Amazonas para apurar supostas irregularidades na resolução que determina a implantação das placas do Mercosul no Brasil.

O objetivo, de acordo com o MPF, é apurar se foram cometidas irregularidades em benefício de determinadas empresas de emplacamento e em prejuízo dos consumidores.

Comprei carro agora, ele já terá a placa do Mercosul?

Ainda não. Os departamentos de trânsito de cada estado terão até 1º de dezembro de 2018 para começar a emplacar com o padrão Mercosul.

Qual será o preço?

Ainda não existe uma definição de quais serão os valores de novas placas, que serão pagas pelos proprietários dos veículos, como é atualmente.

De acordo com o Denatran, a nova resolução padroniza a produção das placas nacionalmente, o que pode diminuir seu custo.

Atualmente, os preços das placas variam de estado para estado. Em São Paulo, o par de placas sai por R$ 128,68, por exemplo.

Além disso, existem as taxas de vistoria e licenciamento que são definidas pelo Departamento de Trânsito (Detran) de cada estado.

Placa terá chip e QR Code

A nova placa vai ter uma tarja azul, bandeira do Brasil e outra configuração de letras e números. Além disso, contará com um chip e um código do tipo QR Code para facilitar a identificação dos veículos roubados ou clonados nos países do Mercosul.

Segundo o Denatran, também será possível o compartilhamento de dados com sistemas de cancelas e portões, que poderão ser utilizados em pedágios e estacionamentos.

Fim do lacre

Com as novas tecnologias empregadas para evitar falsificações, o Denatran informou que as novas placas não utilizarão mais o lacre. Em muitos casos, o lacre se rompia e devia ser reposto para o motorista não ser multado. No Paraná, por exemplo, o lacre custa R$ 23,22.

Como é a placa do Mercosul?

1 – Mais letras e menos números

Em vez de 3 letras e 4 números, como é hoje, as novas placas terão 4 letras e 3 números, e poderão estar embaralhados, assim como na Europa;

2 – Cores nas letras e números

Ao contrário do que acontece atualmente, em que a cor de fundo da placa muda conforme o tipo de veículo (comercial, diplomático, etc), nas novas placas a cor do fundo será sempre branca. As cores estarão nas letras e nos números.

Para veículos de passeio, cor preta, para veículos comerciais, vermelha, carros oficiais, azul, em teste, verde, diplomáticos, dourado e de colecionadores, prateado – ou seja, é o fim da famosa placa preta.

3 – Estado e cidade com nome e brasão

O nome do país estará na parte superior da patente, sobre uma barra azul. Nome da cidade e do estado estarão na lateral direita, acompanhados dos respectivos brasões;

4 – Tamanho

A placa terá as mesmas medidas das já utilizadas no Brasil (40 cm de comprimento por 13 cm de largura);

5 – Contra falsificações

Marcas d’água com o nome do país e do Mercosul estarão grafadas na diagonal ao longo das placas, com o objetivo de dificultar falsificações. No Brasil, a placa terá uma tira holográfica do lado esquerdo e um código bidimensional que conterá a identificação do fabricante, a data de fabricação e o número serial da placa. A tira é uma maneira de evitar falsificação.

Fonte: G1

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Regras de devolução ou reparo do veículo recém-adquirido com defeito

Regras de devolução ou reparo do veículo recém-adquirido com defeito

 

Se você comprou um carro e ele apresentou defeito, saiba que você possui direito de troca, devolução e reparo. Entenda aqui em quais situações isso é possível e aproveite para tirar outras dúvidas relacionadas a esse assunto.

Carro novo e financiado com defeito

Ter um carro não é apenas um sonho, mas uma necessidade e muitos motoristas precisam financiar a compra do veículo. Porém, o veículo mal saiu da concessionária e você percebeu que ele está com algum problema.

Ao levá-lo ao mecânico, fica ciente de que ele realmente possui um problema. Mas quais são seus direitos nessa situação?

O veículo ainda está dentro do prazo de garantia, então, o consumidor tem o direito de exigir que a concessionária faça o reparo. Nesse caso, leve o veículo até lá e exija seus direitos.

Carro usado e financiado com defeito

É importante saber que carro é um bem de consumo durável, portanto, se você financiou um veículo usado, entra nas regras do artigo 26 do CDC. Este testifica seu direito de reclamar, desde que o problema seja detectado dentro de 90 dias.

Fique atento ao tempo de garantia pelo vendedor, pois pode ser menor e ele querer se negar a te atender. Porém, o seu direito legal é de 90 dias a partir da data da compra. Além disso, a garantia tanto contratual quanto legal é válida para o veículo todo e não por peças.

Portanto, o veículo possui garantia assegurada por lei e a emissão de certificado de garantia pelo vendedor é mera liberalidade. Dica: exija o documento que comprove a data da compra para comprovação.

Carro que não sai da oficina dentro do prazo de garantia

Se o seu carro não sai da oficina e está dentro do prazo de garantia, ou seja, apresenta defeitos constantemente, fique atento. Isso pode ocorrer até com carros zero km e é fato que as concessionárias podem dar uma “ajeitadinha” para que o veículo funcione até que o prazo legal para sanar os defeitos seja ultrapassado.

Porém, alguns veículos voltam a dar problema antes de expirar o prazo, já que o reparo não foi bem feito. Para esse caso, recomendamos que você exija a Ordem de Serviço e guarde para possíveis problemas com a concessionária.

Regras sobre devolução de carro novo com defeito

Conforme o Código de Defesa do Consumidor, a compra de veículos usados ou zero km estão cobertos pela legislação. Novo ou usado, se o veículo comprado apresentou defeito, você pode fazer valer o seu direito, desde que a compra tenha sido realizada de pessoas jurídicas.

Ou seja, se você adquiriu o bem de pessoas físicas através de compra particular, o Código de Defesa do Consumidor não poderá te ajudar. Além disso, é importante ficar atento aos prazos definidos por lei que visa a garantia do carro, como informado acima, que é de 90 dias.

Portanto, se o carro apresentar defeito dentro desse prazo, o vendedor terá 30 dias de prazo para consertar o veículo, trocar por outro modelo de valor igual ou superior ou realizar a devolução do dinheiro do bem.

Vou devolver meu veículo, mas ele possui seguro, qual o procedimento?

No caso do seguro auto, você precisa informar a seguradora sobre a troca ou devolução do veículo. Nesse caso, as regras variam conforme a seguradora, mas no geral ela irá cancelar ou transferir o seguro para o seu novo carro.

A transferência é possível, mas fique ciente que o valor será alterado. Isso ocorre porque, ao contratar o seguro auto, a seguradora considera uma série de informações e, embora o motorista seja o mesmo, o veículo não é.

O seu novo carro terá que passar pela vistoria e você pode fazer nova cotação de seguro. Escolhido o plano, seu novo veículo irá passar por todo o procedimento como no caso do veículo que foi devolvido.

Portanto, se você e a concessionária decidiram pela devolução do bem, entre em contato com a empresa de seguro e informe-se sobre as regras e procedimentos, com antecedência.

Agora você já sabe que poderá contar com a lei para resolver os problemas relacionados com a compra do seu bem. Não se esqueça de adquirir notas e documentos que comprove as datas, tanto de compra como de serviços prestados.

As informações são da Assessoria de Imprensa.

 

Fonte: Portal do Trânsito

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Preço da gasolina termina a semana em leve queda, mas média segue acima de R$ 4,22, diz ANP

Preço da gasolina termina a semana em leve queda, mas média segue acima de R$ 4,22, diz ANP

 

Já o diesel subiu pela 6ª semana seguida, enquanto o valor médio do etanol continua em queda.

 

Após subir por duas semanas consecutivas, o preço médio da gasolina para o consumidor final teve leve queda na semana passada, mas seguiu acima do patamar de R$ 4,22. É o que apontam dados divulgados nesta segunda-feira (7) pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o levantamento, o preço médio por litro caiu 0,02%, de R$ 4,226 para R$ 4,225. No ano, a alta acumulada do preço da gasolina para o consumidor final é de 3,07%.

O valor representa uma média calculada pela ANP, que verifica os preços em 5.804 postos em diversos municípios. Eles, portanto, podem variar de acordo com a cidade.

Na mesma semana, a Petrobras aumentou em 0,66% os preços da gasolina nas refinarias. O reajuste faz parte da política de preços da empresa, que muda os valores quase diariamente com o objetivo de acompanhar as cotações internacionais. O repasse ou não para o consumidor final depende dos postos.

Diesel sobe pela 6ª semana seguida

A ANP também divulga o valor médio por litro do diesel para o consumidor final, que fechou a semana em R$ 3,495. Isso representa um aumento de 0,69% em relação à semana anterior. A alta foi a sexta seguida registrada pela agência. Nesse período, o preço já subiu 3,46%.

Na mesma semana, a Petrobras reajustou os valores do diesel nas refinarias para baixo em 0,29%. Da mesma maneira que ocorre com a gasolina, o repasse ou não para o consumidor final depende dos postos.

No ano, o preço do diese já acumula alta de mais de 5%.

Etanol em queda

Enquanto isso, o etanol terminou a semana em baixa pela quarta semana seguida, passando para R$ 2,853 por litro. A baixa foi de 1,38%.

Quatro semanas, o preço do etanol caiu mais de 6%. No ano, a queda acumulada é de mais de 2%.

Já o preço do botijão de gás subiu 0,07% na semana, passando para R$ 66,97. No ano, porém, há baixa acumulada de 0,65%.

Fonte: G1