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Buracos na pista podem provocar desgaste prematuro dos amortecedores

Buracos na pista podem provocar desgaste prematuro dos amortecedores

 

Solos irregulares e falta de alinhamento e balanceamento podem comprometer o desempenho dos amortecedores

 

As condições de uso e do solo que o veículo trafega podem interferir diretamente na vida útil dos amortecedores que são desenvolvidos para suportarem elevadas quilometragens. Em veículos que têm aplicação fora de estrada, os amortecedores podem sofrer desgaste prematuro, assim como os que circulam em ruas esburacadas.

Segundo Jair Silva, gerente de qualidade e serviços a Nakata, é importante ficar atento aos indícios de desgaste dos amortecedores, entre eles, perda de estabilidade em curvas, balanço excessivo em arrancadas e freadas, vazamento de óleo, barulhos anormais ou, ainda, quando sentir as rodas pularem excessivamente ao trafegar em solos irregulares.

Ele lembra que para manter o veículo seguro e evitar desgaste prematuro de pneus, amortecedores e outros componentes da suspensão, é importante fazer alinhamento e balanceamento de rodas a cada 10.000 km, ou quando passar por buraco que provoque forte impacto na suspensão e ou se  o condutor notar comportamento anormal do veículo.

Outra recomendação é efetuar revisões periódicas no conjunto de suspensão em oficina de confiança a partir de 40 mil km rodados.

“Caso seja necessário substituir os amortecedores, é preciso ter atenção ao selo do Inmetro, obrigatório desde janeiro de 2013″, finaliza.

Fonte: Portal do Trânsito

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Regras de devolução ou reparo do veículo recém-adquirido com defeito

Regras de devolução ou reparo do veículo recém-adquirido com defeito

 

 

Se você comprou um carro e ele apresentou defeito, saiba que você possui direito de troca, devolução e reparo. Entenda aqui em quais situações isso é possível e aproveite para tirar outras dúvidas relacionadas a esse assunto.

Carro novo e financiado com defeito

Ter um carro não é apenas um sonho, mas uma necessidade e muitos motoristas precisam financiar a compra do veículo. Porém, o veículo mal saiu da concessionária e você percebeu que ele está com algum problema.

Ao levá-lo ao mecânico, fica ciente de que ele realmente possui um problema. Mas quais são seus direitos nessa situação?

O veículo ainda está dentro do prazo de garantia, então, o consumidor tem o direito de exigir que a concessionária faça o reparo. Nesse caso, leve o veículo até lá e exija seus direitos.

Carro usado e financiado com defeito

É importante saber que carro é um bem de consumo durável, portanto, se você financiou um veículo usado, entra nas regras do artigo 26 do CDC. Este testifica seu direito de reclamar, desde que o problema seja detectado dentro de 90 dias.

Fique atento ao tempo de garantia pelo vendedor, pois pode ser menor e ele querer se negar a te atender. Porém, o seu direito legal é de 90 dias a partir da data da compra. Além disso, a garantia tanto contratual quanto legal é válida para o veículo todo e não por peças.

Portanto, o veículo possui garantia assegurada por lei e a emissão de certificado de garantia pelo vendedor é mera liberalidade. Dica: exija o documento que comprove a data da compra para comprovação.

Carro que não sai da oficina dentro do prazo de garantia

Se o seu carro não sai da oficina e está dentro do prazo de garantia, ou seja, apresenta defeitos constantemente, fique atento. Isso pode ocorrer até com carros zero km e é fato que as concessionárias podem dar uma “ajeitadinha” para que o veículo funcione até que o prazo legal para sanar os defeitos seja ultrapassado.

Porém, alguns veículos voltam a dar problema antes de expirar o prazo, já que o reparo não foi bem feito. Para esse caso, recomendamos que você exija a Ordem de Serviço e guarde para possíveis problemas com a concessionária.

Regras sobre devolução de carro novo com defeito

Conforme o Código de Defesa do Consumidor, a compra de veículos usados ou zero km estão cobertos pela legislação. Novo ou usado, se o veículo comprado apresentou defeito, você pode fazer valer o seu direito, desde que a compra tenha sido realizada de pessoas jurídicas.

Ou seja, se você adquiriu o bem de pessoas físicas através de compra particular, o Código de Defesa do Consumidor não poderá te ajudar. Além disso, é importante ficar atento aos prazos definidos por lei que visa a garantia do carro, como informado acima, que é de 90 dias.

Portanto, se o carro apresentar defeito dentro desse prazo, o vendedor terá 30 dias de prazo para consertar o veículo, trocar por outro modelo de valor igual ou superior ou realizar a devolução do dinheiro do bem.

Vou devolver meu veículo, mas ele possui seguro, qual o procedimento?

No caso do seguro auto, você precisa informar a seguradora sobre a troca ou devolução do veículo. Nesse caso, as regras variam conforme a seguradora, mas no geral ela irá cancelar ou transferir o seguro para o seu novo carro.

A transferência é possível, mas fique ciente que o valor será alterado. Isso ocorre porque, ao contratar o seguro auto, a seguradora considera uma série de informações e, embora o motorista seja o mesmo, o veículo não é.

O seu novo carro terá que passar pela vistoria e você pode fazer nova cotação de seguro. Escolhido o plano, seu novo veículo irá passar por todo o procedimento como no caso do veículo que foi devolvido.

Portanto, se você e a concessionária decidiram pela devolução do bem, entre em contato com a empresa de seguro e informe-se sobre as regras e procedimentos, com antecedência.

Agora você já sabe que poderá contar com a lei para resolver os problemas relacionados com a compra do seu bem. Não se esqueça de adquirir notas e documentos que comprove as datas, tanto de compra como de serviços prestados.

Fonte: Portal do Trânsito

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Placas do Mercosul não serão obrigatórias em todos os carros

Placas do Mercosul não serão obrigatórias em todos os carros

 

Presidente do Denatran afirma que as novas placas serão exigidas apenas em casos específicos a partir de setembro.

 

O presidente do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Maurício Pereira, afirmou à Agência Câmara Notícias que a obrigatoriedade das novas placas no padrão Mercosul não valerá para todos os veículos. De acordo com o executivo, apenas carros 0km e aqueles que forem transferidos de propriedade precisarão portas as placas novas. A regra, estabelecida pela resolução 729/2018 do Contran, está atualmente suspensa e voltará a ser discutida na Câmara dos Deputados no dia 10 de maio.

Desde a apresentação da resolução 729, em 8 de março, o tema da troca das placas gerou polêmica, pois exigiria que todos os carros portassem as placas no padrão Mercosul até 2023. A matéria está suspensa desde 22 de março e, uma vez aprovada definitivamente, começará a valer já a partir de setembro de 2018.

 

Fonte: ICarros 

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Após acumular quedas, total de veículos novos emplacados volta a crescer em SP, aponta Detran.SP

Após acumular quedas, total de veículos novos emplacados volta a crescer em SP, aponta Detran.SP

 

Alta foi de 8,4% em 2017, com destaque para automóveis, caminhões e reboques, de acordo com balanço.

 

Após acumular quedas consecutivas desde 2013, o emplacamento de veículos zero quilômetro no Estado de São Paulo voltou a crescer no ano passado. O aumento foi de 8,4% na comparação com 2016, totalizando 767.708 unidades, de acordo com balanço do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP).

As maiores altas foram entre automóveis, caminhões e reboques, respectivamente 10,2%, 10% e 9,8% (veja quadro abaixo). Já os micro-ônibus, camioneta, caminhonete e utilitário; motocicletas e outros (trator, motor-casa, por exemplo) tiveram aumento de 5,8%, 5,5% e 3,4%, respectivamente.

Moto, triciclo
e quadriciclo

Micro-ônibus, utilitário e caminhonete

Automóvel

Ônibus

Caminhão

Reboque

Outros

Total

2013

226.664

218.138

775.036

2.250

31.334

35.759

835

1.290.016

2014

195.623

183.319

608.680

1.668

24.104

28.760

585

1.149.719

2015

187.958

147.809

512.607

1.105

13.192

24.744

571

887.986

2016

148.439

128.409

395.170

763

10.761

24.364

528

708.434

2017

156.622

135.878

435.375

696

11.839

26.752

546

767.708

% 2017/2016

+5,5

+5,8

+10,2

-8,8

+10

+9,8

+3,4

+8,4

 

 

Na capital paulista, os emplacamentos tiveram aumento de 8,7% no ano passado, totalizando 242.878 unidades, se comparado com 2016.

Para a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a retomada do crescimento da economia é apontada como a principal causa para o aumento. No ano passado, o Brasil registrou alta de 25,2% (para 2,699 milhões) na produção de veículos.

De acordo com a associação, o desempenho encerrou quatro anos de quedas e foi favorecido pela confiança do consumidor e pela queda do desemprego e das taxas de juros, favorecendo a expansão do crédito para aquisição de veículos novos ao longo do ano de 2017.

LACRAÇÃO

“O Detran.SP trabalha constantemente para melhorar seus processos e serviços. Com a modernização das unidades pelo Estado de São Paulo, todo o processo de emplacamento dos veículos ficou mais ágil para o cidadão”, disse Maxwell Vieira, diretor-presidente do Detran.SP.

A lacração deve ser feita após a emissão do documento do veículo. Algumas unidades pedem agendamento. Pelo site www.detran.sp.gov.br, é possível consultar informações e valores.

O serviço deve ser acompanhado do proprietário do veículo ou então por meio de um procurador. O cidadão deve apresentar o documento do veículo e um documento de identificação com foto (RG, por exemplo).

 

Fonte: DETRAN-SP

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Suspensão requer checagem a cada 10 mil km

Suspensão requer checagem a cada 10 mil km

 

Sistema faz serviço pesado que garante segurança e conforto no veículo.

 

 

Vida de suspensão não é fácil. Além de suportar (daí o nome) todo o peso do veículo, seus ocupantes e bagagens, espera-se que o sistema cumpra suas funções de forma silenciosa e suave, absorvendo impactos sem transmitir solavancos e vibrações à cabine. O conjunto dá conta do recado, mas é preciso atenção a eventuais falhas, porque, além de garantir conforto, seu bom funcionamento é fundamental para a segurança.

De acordo com o coordenador técnico do Cesvi Brasil, Gerson Burin, as imperfeições do piso (como buracos) podem afetar os componentes da suspensão. O sinal mais comum de problema vem na forma de ruídos, mas o motorista deve prestar atenção também a sintomas como vibrações no volante e direção “puxando” para um dos lados. Folgas nas buchas de bandeja e nos terminais podem gerar rangidos.

A revisão do sistema está prevista no manual de manutenção do veículo. O ideal é verificar o conjunto a cada 10 mil ou 15 mil km, segundo Burin. O alinhamento da direção e o balanceamento das rodas também devem ser conferidos.

PREÇOS

Na Só Pneus, oficina especializada na zona norte, o jogo de amortecedores da frente para um Volkswagen Gol ano 2010 custa R$ 380 e o par traseiro sai a R$ 258. Gerente da empresa, Claudia Silva recomenda que ao trocar essas peças também seja substituído o kit de suspensão (batentes, coxim, guarda-pó e rolamento). Para o Gol, são R$ 180 pelo conjunto dianteiro e R$ 40 pelo traseiro. A mão de obra custa R$ 240.

FIQUE ATENTO

DE OLHO NO ÓLEO

Em caso de vazamento de óleo no amortecedor, é necessário substituir a peça. As trocas devem ser feitas aos pares.

NÃO EXCEDA O PESO

As molas sofrem menos com os buracos que os amortecedores, mas podem ter a vida abreviada por causa de excesso de carga.

PNEU SINALIZA RISCOS

O desgaste irregular dos pneus pode significar que há falhas na suspensão. Se isso acontecer, revise o sistema urgentemente.

SUAVE NA LOMBADA

Reduza a velocidade ao passar por lombadas, e mantenha o veículo em linha reta – nunca na diagonal.

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Cuidados para evitar problemas com o câmbio automático

Cuidados para evitar problemas com o câmbio automático

 

Cuidar do câmbio automático evita prejuízos que podem passar de R$ 5 mil.

 

 

Sistemas automatizados sempre dão a sensação de que não precisam de manutenção, que vão funcionar para sempre sem problemas. Mas há risco de falhas. No caso dos câmbios automáticos há dois fatores que exigem cuidados: o lubrificante da transmissão e o líquido do radiador.

Cada carro tem sua própria especificação para a troca do lubrificante da . Deve ser feita, em média, a cada 30 mil km se for mineral e 50 mil km se for sintético.

Um sintoma que indica que o óleo “engrossou” (e precisa ser trocado) é quando o carro começa a perder rendimento ou começa a trepidar em arrancadas. Isso ocorre porque, se não houver lubrificação adequada, os discos de troca e os dentes do conjunto sofrerão mais com o excesso de fricção.

Se o prazo não for respeitado, o sistema pode superaquecer e quebrar. No trânsito, com o excesso de anda e para e as curtas distâncias, os componentes aquecem muito e o lubrificante pode não chegar à temperatura ideal – por isso, é bom ficar bem atento.

O lubrificante para transmissão é bem mais caro que o para motor, por exemplo. Cada litro custa cerca de R$ 50 – são necessários, em média, seis litros no sistema. Isso para motores menores, de até 1,6 litro.

Além do lubrificante, é importante ficar atento ao arrefecimento do motor. A mistura que vai no radiador ajuda a refrigerar a transmissão, já que, se o propulsor superaquecer, o câmbio também fica quente.

Preço

Todo esse cuidado tem um bom motivo, que é a saúde do bolso. Reparar o câmbio automático pode custar R$ 5 mil ou mais, pois exige a troca completa de juntas, anéis de vedação e até dos discos. Já a troca apenas do conversor de torque custa em torno de R$ 1,5 mil.

 

 

Fonte: Jornal do Carro

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Pneu usado pode ser melhor que o novo

Pneu usado pode ser melhor que o novo

 

Sobre piso seco, peça no fim da vida útil ajuda a parar o carro em menor distância e a gastar menos combustível.

 

 

Muita gente acha que, quanto mais novos, melhores são os pneus. Mas a Michelin, uma das mais importantes fabricantes do setor, divulgou um estudo enaltecendo as qualidades dos componentes usados. Em um documento intitulado A verdade sobre pneus usados, a multinacional francesa informa que, em termos de estabilidade sobre piso seco e economia de combustível, um jogo de pneus perto do limite de durabilidade (quando a profundidade dos sulcos se aproxima de 1,6 mm) é melhor que um conjunto novo.

Isso é possível nos casos em que todos os sulcos sejam uniformes na banda de rodagem, a carcaça esteja em bom estado, sem “bolhas” nas laterais e os “ombros” (extremidades da banda) não estejam arredondados.

Para chegar à “velhice” assim, os pneus – assim como as pessoas – precisam ter tido uma vida saudável. Só chegam à “terceira idade” em forma os produtos que foram bem cuidados. Isso inclui rodízio periódico, assim como balanceamento e alinhamento de direção. Esses cuidados fazem com que o desgaste seja uniforme.

TECNOLOGIA

A Michelin informa que as tecnologias atuais de construção possibilitam que os pneus tenham altos níveis de aderência “mesmo até os últimos milímetros de desgaste”. Segundo a fabricante, isso garante menor distância de frenagem sobre piso seco, comparada ao necessário para imobilizar o mesmo veículo com pneus novos. Além disso, também no seco, o produto usado gera menos atrito com o solo. Portanto, o veículo gasta menos combustível.

ÁGUA MUDA TUDO

Com piso molhado, as coisas mudam. Nesse caso, os pneus novos são em geral a melhor escolha, pois a maior profundidade dos sulcos serve para drenar melhor a água.

Porém, mesmo assim, conforme a Michelin, “alguns pneus usados podem ter desempenho tão bom quanto outros novos”.

A informação é baseada no fato de que a profundidade dos sulcos, embora seja um fator importante, não é o único responsável pela estabilidade do carro em piso molhado. A fabricante cita variáveis como desenho da banda de rodagem e tipo de composto de borracha empregado na fabricação como dois exemplos de fatores que também podem interferir no comportamento dos pneus.

DESPERDÍCIO

O documento também revela que, se os pneus forem trocados antes do limite legal, o consumidor estará gastando dinheiro à toa. Isso representa uma despesa desnecessária de ¤ 6 bilhões (mais de R$ 25 bilhões) apenas na Europa, de acordo com cálculos da consultoria Ernst & Young.

A Michelin informa que a troca precoce resulta no consumo de 128 milhões de pneus por ano sem necessidade somente na Europa. Isso equivale a 9 milhões de toneladas de CO2 a mais lançadas na atmosfera.

 

Fonte: Jornal do Carro

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Veja como fazer seu carro gastar menos combustível

Veja como fazer seu carro gastar menos combustível

 

Com atitudes simples, dá para reduzir o consumo de combustível e, de quebra, aliviar parte do orçamento.

 

 

Para fazer o carro gastar menos combustível, os cuidados começam na manutenção adequada e passam pela adoção de um estilo de condução mais sensato, livrando-se de maus hábitos ao volante. Os resultados, como a diminuição das visitas ao posto, não demoram a aparecer.

VEÍCULO BEM CUIDADO VAI GASTAR MENOS

Só use combustível de qualidade: Preste atenção na qualidade do combustível que você usa: se for boa, o rendimento do motor será maior. Não é preciso usar gasolina “premium”: basta não ser “batizada”.

Calibre sempre os pneus: A calibragem dos pneus reflete no consumo. Se estiverem murchos, a resistência à rolagem é maior e, se estiverem muito cheios, podem sofrer desgaste prematuro.

Faça a manutenção preventiva: Mantenha o motor bem regulado e troque filtros, velas e lubrificantes no prazo determinado. Os filtros interferem na qualidade da mistura levada à câmara de combustão, onde as velas vão gerar a faísca para que ocorra a queima. Um filtro de ar entupido pode elevar o consumo de combustível em até 10%.

Direção alinhada: O alinhamento da direção deve ser feito a cada 10 mil km ou se o carro cair em buracos ou trafegar por vias muito irregulares. Rodas desalinhadas se arrastam, em vez de girar, o que eleva o atrito e o consumo.

Elimine o “peso morto”: Não use o porta-malas do carro como extensão do armário de casa, levando objetos de um lado para o outro sem necessidade. Isso deixa o carro mais pesado e demanda maior esforço do motor para deslocá-lo.

BONS HÁBITOS FAZEM A DIFERENÇA

Use o carro racionalmente: Se o deslocamento for curto, vá a pé. Usar transporte coletivo quando possível e organizar carona alternada com quem faz trajetos compatíveis com o seu são outras boas opções.

Não espere o motor “esquentar”: Em carros com injeção eletrônica, não é preciso esperar o motor “esquentar” antes de sair. Em segundos o carro estará pronto para rodar.

Evite acelerar muito: Acelere de forma gradual e, após chegar à velocidade desejada, pressione o pedal apenas o suficiente para manter o movimento. Se o semáforo ficar vermelho à frente, procure reduzir a velocidade até o sinal abrir de novo.

Gire baixo: Em vez de “esticar” as marchas e elevar demais o giro do motor, o ideal é manter uma faixa de rotação baixa, que favoreça a economia.

Feche as janelas: Quanto mais facilmente o ar passar ao redor da carroceria, menor será o consumo. Na estrada, por exemplo, o vidro aberto permite a entrada do vento e faz o carro gastar mais. Sempre que possível, feche as janelas.

Use menos o ar-condicionado: O compressor do ar rouba até 7 cv da potência do motor e eleva o consumo. Abra mão do sistema em dias de clima ameno e desligue-o pouco antes de chegar ao destino.

 

Fonte: Jornal do Carro

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Saiba cuidar bem dos bancos de couro

Saiba cuidar bem dos bancos de couro

 

Revestimento mais requintado tem cuidados simples, mas negligência com os bancos de couro pode deteriorar cabine rapidamente.

 

 

Um carro com bancos revestidos de couro não é apenas mais requintado. Além do melhor aspecto, o material nobre é bem mais simples de cuidar do que o tecido. O couro é menos suscetível a manchas e, como absorve líquidos de forma lenta, facilita a limpeza das superfícies.

Cuidar do couro é simples. Basta um pouco de sabão neutro e um pano macio para tirar a maior parte da sujeira tanto dos bancos quanto das laterais de porta. A dica é diluir o sabão em água em utilizar um borrifador para aplicar essa solução aos poucos sobre os bancos.

É recomendável evitar produtos de limpeza que contenham derivados de petróleo na fórmula, pois eles podem manchar o material. Uma limpeza periódica impede que o couro escureça com o tempo.

Se os bancos estiverem muito sujos, algo comum em carros mais antigos, é possível recorrer a uma limpeza profissional. O procedimento custa cerca de R$ 150 em oficinas especializadas e usa máquinas e produtos mais potentes.

Hidratação atenua os danos aos bancos de couro

O revestimento de couro também sofre com a ação do sol. Em carros que ficam muito tempo ao ar livre, o calor desidrata o material e pode causar pequenas fissuras.
Com o uso, essas fissuras vão abrindo ainda mais e o couro pode rasgar. Nesse caso, a única solução é a troca completa.

Há hidratantes próprios para uso automotivo. Os kits, que incluem flanelas, custam cerca de R$ 30 em lojas do mercado.

A aplicação é simples. Basta passar o hidratante sobre os revestimentos e deixar secar. Repetir a operação a cada dois meses vai garantir bancos brilhantes por mais tempo. Para evitar dores de cabeça, siga as instruções expressas na embalagem.

 

Fonte: Jornal do Carro

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Rodízio de pneus: 9 dicas para fazer corretamente

Rodízio de pneus: 9 dicas para fazer corretamente

 

Conheça o prazo e as regras na hora de trocar os pneus entre os eixos dianteiro e traseiro dependendo do veículo.

Os pneus sofrem desgaste irregular entre aqueles que ficam no eixo dianteiro e aqueles que ficam no eixo traseiro do veículo. Por isso, recomenda-se fazer o rodízio periodicamente. Porém, o prazo indicado e as regras a serem seguidas variam em função do tipo de pneu e do carro. Por isso, consulte sempre o manual do proprietário e, se houver dúvidas, procure um especialista para te orientar como o rodízio deve ser feito.

Vale lembrar que, para aumentar a vida útil do pneu, também é importante fazer a calibração regularmente, a cada semana ou a cada 15 dias dependendo do uso, além de manter alinhamento e balanceamento sempre em dia.

O que é o rodízio de pneus?
O rodízio consiste na troca de posição dos pneus entre os eixos dianteiro e traseiro para assegurar que a borracha sofra sempre um desgaste por igual. Por isso, é indicado também incluir o estepe desde que ele seja da mesma medida das demais rodas – não inclua o estepe se ele for mais fino, daqueles com velocidade máxima limitada.

Por que fazer?
A importância dos pneus apresentarem um desgaste uniforme é que, dessa forma, eles terão desempenho melhor quanto a dirigibilidade e frenagem. Além de aumentar a vida útil do pneu, o rodízio ainda ajuda no consumo de combustível. Por outro lado, deixar de fazer o processo afeta o desgaste de outros componentes como a suspensão.

Quando fazer?
O prazo indicado para fazer o rodízio dos pneus estará sempre descrito no manual do proprietário do veículo. É essa a recomendação que você deve seguir. Ele varia conforme o carro e o tipo de pneu. Em geral, varia entre 5.000 e 10.000 km. Contudo, na ausência de uma indicação do fabricante, algumas marcas de pneus recomendam o rodízio a cada 8.000 km para pneus radiais e a cada 5.000 km para os diagonais.

Como fazer?
Em um carro com tração dianteira, o ideal é colocar os dois pneus dianteiros no mesmo lado no eixo traseiro. Ou seja, o pneu dianteiro esquerdo irá para o lado traseiro esquerdo e o pneu dianteiro direito irá para o lado traseiro direito. Já os pneus traseiros devem ir para a dianteira em lados invertidos: o traseiro esquerdo irá para o dianteiro direiro e vice-versa.

Se a tração do veículo for traseira, basta inverter, com os traseiros indo para a frente no mesmo lado e os dianteiros indo para a traseira com os lados invertidos.

Fique atento, porém, se os seus pneus são unidirecionais, ou seja, foram feitos para rodar apenas de um lado. Nesse caso, a troca é sempre do eixo dianteiro para o traseiro e vice-versa sem inverter os lados direito e esquerdo. Isso porque você não irá tirar o pneu da roda, mantendo o lado externo montado na parte externa. Em pneus unidirecionais, se for preciso passar para o lado oposto, será necessário desmontar e inverter o pneu no aro.

Na imagem a seguir você encontra a descrição de como fazer a troca dos pneus em cada caso:

*As linhas tracejadas indicam trocas alternativas que podem ser feitas no lugar das indicadas pelas linhas sólidas

E em veículos 4×4?
Nesse caso, o rodízio dos quatro pneus deve ser feito sempre em X, desde que não sejam unidirecionais.

E se as medidas forem diferentes?
Em veículos com medidas diferentes nos dois eixos, o rodízio é feito trocando-se os pneus do mesmo eixo entre si.

Por que incluir o estepe? 
O ideal é fazer o rodízio usando o estepe para que o desgaste dos pneus seja realizado de forma equilibrada. Assim, se você precisar usar o estepe, o seu nível de desgaste não será tão diferente dos demais pneus, o que pode gerar algum desequilíbrio de comportamento ao ser montado em um eixo junto com outro pneu mais gasto.

Como fazer incluindo o estepe?
Se a tração do carro for dianteira, coloque os pneus dianteiros no mesmo lado no eixo traseiro. Coloque então um dos pneus traseiros na dianteira invertendo o lado e, no mesmo eixo do lado oposto, use o estepe, guardando o outro pneu traseiro como reserva.

E depois do rodízio?
Sempre que fizer o rodízio ou trocar um dos pneus, é fundamental fazer o alinhamento e o balanceamento, além de calibrar a pressão.

 

Fonte: ICarros